Obama insta por Estado de Direito na Turquia e EUA buscam reativar operações aéreas

Por Jeff Mason e Jonathan Landay

WASHINGTON (Reuters) - O presidente Barack Obama instou neste sábado todos os envolvidos na crise na Turquia para que se evite um comportamento desestabilizador e a lei seja seguida, um dia após a tentativa de golpe contra o presidente Tayyip Erdogan que abalou os esforços dos EUA no combate ao Estado Islâmico.

Após a tentativa de golpe, a Turquia fechou seu espaço aéreo para aviões militares e cortou a energia na base aérea de Incirlik, que as forças norte-americanas usam para lançar ataques aéreos contra o Estado Islâmico. De acordo com o Pentágono, as autoridades norte-americanas trabalham com autoridades turcas para retomar rapidamente as operações aéreas.

Obama conversou neste sábado pela manhã com assessores do governo de segurança nacional e de política externa e reiterou seu apoio ao governo "civil da Turquia, eleito democraticamente".

"Como ainda não temos nenhuma indicação de que norte-americanos foram mortos ou feridos na violência, o presidente e sua equipe lamentaram a perda de vidas e registraram a vital necessidade de todos na Turquia agirem dentro do Estado de Direito e evitar ações que levariam a mais violência ou instabilidade", disse um comunicado da Casa Branca.

Obama observou que os Estados Unidos precisam seguir cooperando com a Turquia no combate ao terrorismo.

(Reportagem adicional de John Walcott e Phil Stewart)

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