Empresas de bens de consumo traçam novos caminhos por meio do e-commerce

Por Martinne Geller

LONDRES (Reuters) - Fabricantes de bens de consumo como Reckitt Benckiser estão ampliando esforços para vender itens como preservativos e vitaminas online, com o objetivo de captar novos fluxos de receitas à medida que os mercados tradicionais ficam mais competitivos.

A empresa britânica é um das várias fabricantes que exploram novas maneiras de vender online enquanto lutam para garantir espaço de prateleira, em meio à ascensão de cadeias de supermercados de desconto como Aldi e Lidl.

Até agora, a maioria delas têm se centrado na venda em sites de varejistas tradicionais, mas Reckitt e outras como Nestlé, Diageo e Unilever estão fazendo outras experiências, como entrega por encomenda e assinaturas com reposição automática.

Compradores online no mundo inteiro gastaram em 2015 mais de 87 bilhões de dólares em itens de mercearia, como produtos alimentícios, bebidas e itens de higiene pessoal e beleza, segundo a Euromonitor International. Isso representa cerca de 9 por cento do total gasto online.

Por serem perecíveis, baratos ou de uso imediato, esses produtos geralmente são menos adequados para compra online do que produtos como eletrodomésticos, moda e mídia. Mas isso está mudando.

Uma pesquisa da Nielsen no ano passado em 60 países apontou que um quarto delas encomendaram produtos de mercearia online para entrega em domicílio, enquanto 55 por cento disseram que o fariam no futuro.

(Reportagem de Martinne Geller)

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