Grupo indonésio por trás de complô contra Cingapura tinha dezenas de membros, diz polícia

JACARTA (Reuters) - Autoridades da Indonésia disseram nesta segunda-feira que vários supostos radicais islâmicos presos na semana passada devido à suspeita de tramarem um ataque à vizinha Cingapura fazem parte de um grupo que tem "dezenas de membros" e está ativo há dois anos.

Forças de contraterrorismo prenderam seis homens na sexta-feira na ilha de Batam, pouco ao sul de Cingapura. As prisões ocorreram em meio a uma preocupação crescente com a disseminação da ideologia islâmica na Indonésia, a maior nação de maioria muçulmana do mundo.

O porta-voz da polícia nacional, Boy Rafli Amar, disse que o grupo recrutava integrantes sobretudo pela internet e que recebia instruções de Bahrun Naim, um indonésio que se juntou ao Estado Islâmico na Síria.

"Este grupo é uma extensão da visão e da missão de Bahrum Naim. Não podemos subestimá-los."

Autoridades da Indonésia dizem que dezenas de homens partiram para se unir ao Estado Islâmico no Oriente Médio, e agências de segurança temem que agora os líderes da facção extremista estejam pedindo a seus apoiadores no sudeste asiático para realizarem ataques em casa.

    (Por Agustinus Beo Da Costa)

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