Trump promete trabalhar com Otan na luta contra o Estado Islâmico

Por Ginger Gibson

YOUNGSTOWN, EUA (Reuters) - O republicano Donald Trump disse nesta segunda-feira que trabalhará próximo aos aliados da Otan para derrotar os militantes do Estado Islâmico, se ele ganhar a corrida para a Casa Branca, revertendo uma ameaça anterior de que os Estados Unidos poderiam não cumprir as suas obrigações com a Otan.

No seu segundo grande discurso de programa de governo em duas semanas, Trump afirmou que ele travaria uma guerra "militar, tecnológica e financeira" em múltiplas frentes para derrotar o Estado Islâmico.

"Nós também vamos trabalhar próximos à Otan nessa nova missão", declarou ele, cujos comentários anteriores sobre a aliança de defesa atraíram críticas duras de aliados e mesmo de alguns companheiros de partido.

No entanto, o que ele chamou de abordagem recentemente adotada pela organização para lutar contra o terrorismo o levou a mudar de opinião, e ele não mais considera a Otan "obsoleta", disse o candidato. Ele aparentemente se referia a relatos de que aliança estava se movimentando para criar um novo posto de inteligência numa tentativa de aprimorar o compartilhamento de informações.

A Otan começou a lidar com o terrorismo, como uma aliança, depois dos ataques de 11 de setembro nos EUA.

Num discurso feito no disputado e vital Estado de Ohio, Trump também afirmou que, implementando a sua proposta de uma proibição temporária de imigração muçulmana para o país, ele criaria uma "checagem extrema" e desenvolveria um novo esquema de triagem para tentar apanhar pessoas que tenham a intenção de causar danos aos EUA.

(Reportagem adicional de Alana Wise em Washington, e Pavel Polityuk em Kiev)

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