Obama e assessores devem discutir na sexta-feira sobre opções militares na Síria

Por Arshad Mohammed e Jonathan Landay

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e seus principais assessores de política externa devem se reunir na sexta-feira para considerar opções militares e outras na Síria, num momento em que aeronaves sírias e russas continuam a atacar Aleppo e outros alvos, disseram autoridades norte-americanas.

Algumas autoridades sêniores argumentam que os Estados Unidos devem agir com mais força na Síria ou arriscam perder a influência restante sobre rebeldes moderados e seus aliados árabes, curdos e turcos na luta contra o Estado Islâmico, disseram as autoridades à Reuters.

Um plano de opções inclui ação militar norte-americana direta como ataques aéreos contra bases militares sírias, envio de munições ou radares e bases anti-aéreas, disse uma autoridade que falou sob condição de anonimato para discutir deliberações internas.

Esta autoridade disse que um perigo de tal ação é que forças russas e sírias muitas vezes estão instaladas no mesmo local, aumentando a possibilidade de confronto direto com a Rússia, que Obama busca evitar.

Autoridades norte-americanas disseram considerar pouco provável que Obama ordene ataques aéreos norte-americanos contra alvos do governo sírio, e destacaram que ele pode não tomar nenhuma decisão no encontro planejado do Conselho Nacional de Segurança.

Uma alternativa, segundo autoridades norte-americanas, é permitir que aliados deem armas mais sofisticadas a rebeldes controlados pelos EUA, embora sem entrega de mísseis anti-aéreos, que Washington teme poder ser usado contra aeronaves ocidentais.

A Casa Branca se negou a comentar.

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