Mulheres protestam na Argentina depois de morte de menina de 16 anos

Por Caroline Stauffer

BUENOS AIRES (Reuters) - Mulheres protestaram na Argentina nesta quarta-feira por causa da violência relacionada a gênero, após a morte e o suposto estupro de uma menina de 16 anos numa cidade do litoral na semana passada.

O grupo conhecido como “Ni Una a Menos” (“Nem Uma a Menos”) organizou os protestos, que também foram convocados em outros países latino-americanos, e manifestaram a revolta por causa da morte de Lucia Pérez em Mar del Plata, no momento em que a Argentina enfrenta casos de violência relacionada a drogas.

Pesquisas recentes de opinião mostram que segurança substituiu inflação como a principal preocupação dos argentinos, e o caso de Lucia provocou especial indignação.

A promotora María Isabel Sánchez afirmou à imprensa na semana passada que Lucia Pérez havia sido drogada com cocaína e sofrido “agressão sexual inumana”, o que levou à parada cardíaca.

"Eles lavaram o corpo dela e a vestiram para fazer com que parecesse uma overdose”, disse ela.

Dois homens conhecidos por venderem drogas do lado de fora de uma escola foram presos no domingo e acusados por estupro seguido de homicídio.

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