Black Mirror traz sua reflexão sombria sobre o mundo digital ao Netflix

LOS ANGELES (Reuters) - A antologia distópica "Black Mirror" estreará sua terceira temporada com o Netflix, seu novo parceiro, nesta sexta-feira, retornando com seis histórias independentes que exploram as consequências ruins de um mundo digitalmente conectado.

A série funciona como Fábulas de Esopo da era moderna, que se passa em uma realidade alternativa similar à sociedade dos dias atuais e centrada no impacto da tecnologia na humanidade.

"A tecnologia assume o lugar de como o sobrenatural funcionaria em programas como 'Além da Imaginação' ou 'Contos do Inesperado'", disse à Reuters Charlie Brooker, criador de Black Mirror.

"No mundo de hoje, nós estamos acostumados que a tecnologia faça coisas que há cinco anos teriam feito nossas cabeças girarem com o espanto."

Black Mirror estreou na televisão do Reino Unido em 2011 com três episódios, incluindo um em que um primeiro ministro fictício do Reino Unido é forçado a fazer sexo com um porco na televisão ao vivo. A segunda temporada estreou em 2011 e ambas foram adicionadas ao Netflix em 2014, chegando rapidamente ao público norte-americano.

A estreia da nova temporada será com "Nosedive", episódio em que Bryce Dallas Howard interpreta uma mulher que está tentando ganhar curtidas em uma sociedade em que todos são constantemente classificados em um aplicativo de redes sociais.

(Por Piya Sinha-Roy)

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