Uma década após cair em desgraça, Mel Gibson retorna com "Até o Último Homem"

LOS ANGELES (Reuters) - O comentário inoportuno de Mel Gibson sobre os judeus que o transformou em pária em Hollywood fez 10 anos e parece que finalmente o ator e diretor está recuperando as boas graças da indústria.

Gibson tem estado fora dos holofotes, com apenas alguns papéis desde sua prisão em Malibu, no ano de 2006, por dirigir alcoolizado, depois da qual ele se desculpou por ter atacado os judeus e buscou tratamento para o alcoolismo.

Agora, seu novo drama de guerra, "Até o Último Homem", que estreará nos cinemas na sexta-feira, está recebendo as melhores críticas desde o vencedor do Oscar "Coração Valente", em 1995.

O filme foi exibido na Academia de Ciências Cinematográficas em Beverly Hills e, no domingo, Gibson será nomeado melhor diretor no Hollywood Film Awards - o início do caminho para o Oscar, em fevereiro.

"Até o Último Homem" é baseado na história real de Desmond Doss, um médico militar pacifista que serviu na linha de frente da Batalha de Okinawa, em 1945, sem nunca ter tocado em uma arma e que recebeu uma medalha de honra por seus serviços.

(Por Piya Sinha-Roy)

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