Após ciberataques, 'Internet das Coisas' tenta fazer dispositivos inteligentes mais seguros

CINGAPURA/TAIPÉ (Reuters) - Recentes ciberataques que ameaçam dispositivos cotidianos como câmeras, gravadoras, impressoras, roteadores e autofalantes são um alerta para perigos escondidos na Internet das Coisas.

O problema para as fabricantes dos dispositivos, no entanto, é que poucas são bem equipadas para lidar com a estranha tarefa de lidar com hackers.

"A dura realidade é que a cibersegurança não está nem no radar de muitas fabricantes", disse o presidente-executivo da empresa de internet Covata, Trent Telford. "A segurança finalmente se tornou uma prioridade, mas pode ser muito tarde para essa geração de usuários de Internet das Coisas".

Até 30 bilhões de dispositivos devem estar conectados à internet em 2020 - e todos são potencialmente vulneráveis.

O perigo foi destacado quando centenas de milhares de dispositivos foram ameaçados recentemente pelos chamados botnets, que lançaram ataques em sites como alvo, incluindo PayPal, Spotify e Twitter.

Especialistas em cibersegurança dizem que é apenas o começo. Eles encontraram novas versões do malware projetado para encontrar e infectar dispositivos. Botnets também podem ser usados em fraudes de anúncios e chantagens, segundo Daniel Miessler, da consultoria de segurança de internet IOActive.

(Por Jeremy Wagstaff e J.R. Wu)

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