EUA deveriam ter se unido a banco de infraestrutura da China, diz assessor de Trump

HONG KONG (Reuters) - Um dos principais conselheiros do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, repreendeu o governo do presidente norte-americano, Barack Obama, por não ter se unido ao Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês), liderado pela China, insinuando uma possível mudança de política quando Trump tomar posse em janeiro.

O jornal South China Morning Post, de Hong Kong, noticiou que o conselheiro de segurança nacional de Trump, James Woolsey, classificou a oposição do governo Obama à formação do AIIB como "um erro estratégico" em uma carta à publicação.

Na carta, Woolsey disse esperar que a reação de Trump à iniciativa "Uma Estrada, Um Cinturão" seja "muito mais calorosa".

A China criou o banco de infraestrutura três anos atrás para promover a cooperação econômica em um corredor de países que vai do sudeste da Ásia à Europa.

O AIIB foi lançado oficialmente com 57 países, incluindo vários aliados dos EUA, como Reino Unido, Austrália e Coreia do Sul.

Pequim revelou o projeto de "Uma Estrada, Um Cinturão" e a criação do AIIB depois que a China foi excluída da Parceria Transpacífico, um acordo comercial de nações do Círculo do Pacífico encabeçado pelos EUA.

(Por Bill Tarrant)

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