Presidente da Fifa propõe reformulação radical no Mundial de Clubes

Por Richard Martin

BARCELONA (Reuters) - O presidente da Fifa, Gianni Infantino, quer ampliar radicalmente o Mundial de Clubes e transferir o torneio de dezembro para junho, como disse nesta sexta-feira.

Infantino deseja que a competição, que atualmente coloca em disputa os campeões de cada federação continental, tenha um formato semelhante ao da Liga dos Campeões europeia, que tem uma fase de grupos de 32 times, disse ele ao diário espanhol Mundo Deportivo.

Segundo ele, a primeira edição da versão reformulada do torneio poderia acontecer em 2019.

"Hoje o futebol não diz respeito só à Europa e à América do Sul, o mundo mudou, e é por isso que temos que tornar o Mundial de Clubes mais interessante para os times, e também para torcedores do mundo todo", afirmou Infantino.

"É isso que estamos tentando fazer, criando um torneio que seja muito mais atraente do que o atual, com mais qualidade entre os participantes e mais clubes. Isso irá atrair mais patrocinadores e empresas de televisão de todo o mundo."

Em uma entrevista separata à Gazzetta dello Sport, o dirigente disse que gostaria de ver 32 equipes na competição.

O Barcelona, vencedor da Liga dos Campeões de 2015, é o atual campeão do Mundial de Clubes, tendo derrotado o River Plate, então campeão da Copa Libertadores, na final do ano passado.

O Real Madrid, atual detentor do título da Liga dos Campeões, irá representar a Europa no evento deste ano, que deve começar em dezembro no Japão, e o representante sul-americano será o último vencedor da Libertadores, o Atlético Nacional da Colômbia.

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