Família síria e estudantes estão entre os dezenas de mortos em ataques a Aleppo

BEIRUTE (Reuters) - Uma bomba matou uma família de seis pessoas em Aleppo neste domingo e ataques rebeldes mataram oito crianças em uma escola do setor mantido pelo governo quase uma semana depois de um dos bombardeios mais pesados do governo na guerra civil síria.

Dois médicos disseram que a família al-Baytounji se sufocou até a morte pois a bomba, que caiu no distrito de Sakhour por volta da meia-noite, teria gás cloro.

O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que monitora a guerra, não pôde confirmar o uso do gás de cloro. Damasco tem negado o uso do gás,

Bombardeios rebeldes mataram ao menos oito crianças com idades entre 6 e 12 anos. Elas estão entre os 10 mortos na escola de Saria Hasoun, no distrito de al-Farqan, segundo o Observatória e a TV estatal síria.

Centenas de pessoas foram mortas desde terça-feira em um dos bombardeios mais pesados da guerra civil do país, com o governo e seus aliados tentando anular a resistência na zona leste de Aleppo, controlada pelos rebeldes.

Os militares da Síria e a força aérea russa observaram por duas semanas uma pausa no bombardeio a Aleppo, exceto na linha de frente, depois de uma ofensiva de um mês, do final de setembro até o final de outubro. Mas os ataques recomeçaram na terça-feira.

(Por Angus McDowall)

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