Chapecoense diz que sobreviventes de acidente não correm risco de morrer

CHAPECÓ (Reuters) - A Chapecoense informou nesta sexta-feira que os quatro brasileiros sobreviventes do acidente aéreo que deixou 71 mortos na Colômbia não correm risco de morrer, apesar de a situação deles continuar crítica.

O goleiro Follmann segue com o estado mais grave. Ele teve uma das pernas amputadas, "está entubado e requer mais cuidados", disse o clube catarinense em comunicado.

Já o lateral Allan Ruschel, que foi submetido a uma cirurgia na coluna vertebral, está com movimentos normais em membros superiores e inferiores.

"Apesar das múltiplas escoriações, oferece boas perspectivas de melhora. Já conversou com a família", afirmou a Chapecoense, que enviou a Medellín médicos para acompanhar a situação dos feridos.

Último dos resgatados do acidente de segunda-feira à noite, o zagueiro Neto está bem e apresenta boas perspectivas de melhora. Segundo o pai do zagueiro, ele está se recuperando bem depois de passar por uma cirurgia na perna e voltará a jogar futebol. [nL1N1DX10S]

O jornalista Rafael Henzel também possui perspectivas otimistas, depois de sofrer um trauma toráxico e uma fratura de perna, informou o clube catarinense, cuja delegação viajava nesta semana para disputar a final da Copa Sul-Americana quando o avião da companhia aérea boliviana LaMia caiu perto do aeroporto.

(Por Brad Haynes; reportagem adicional de Tatiana Ramil, em São Paulo)

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