Ataque aéreo dos EUA mata militantes do Estado Islâmico ligados a atentado em Paris

WASHINGTON (Reuters) - Um ataque dos Estados Unidos na Síria matou na semana passada dois líderes do Estado Islâmico ligados aos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, que deixaram 130 mortos, além de um terceiro militante condenado à revelia a Bélgica por um plano frustrado, informou o Pentágono nesta terça-feira.

Os militares dos EUA disseram que o ataque ocorreu no dia 4 de dezembro em Raqqa, "capital" do Estado Islâmico na Síria.

"Eles estavam trabalhando juntos para planejar e facilitar ataques contra alvos ocidentais no momento do ataque", disse o porta-voz do Pentágono, capitão Jeff Davis, a repórteres.

O Pentágono identificou dois dos militantes como Salah Gourmat e Sammy Djedou e disse que ambos estavam envolvidos com os atentados suicidas contra a casa de shows Bataclan, bares e restaurantes de Paris e o estádio de futebol Stade de France.

O terceiro homem morto, Walid Hamman, era um cidadão francês que foi condenado na Bélgica, sem estar presente, por planejado ataque frustrado em 2015, disse Davis aos repórteres.

Os três homens foram mortos quando um avião disparou contra eles enquanto estavam em um carro juntos, segundo Davis.

O Estado Islâmico, que tem controlado partes do Iraque e da Síria nos últimos anos, perdeu território este ano para as forças locais naqueles países, apoiadas por uma coalizão liderada pelos EUA.

(Reportagem de Phil Stewart)

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