Mulher de atirador de ataque de Orlando, nos EUA, é acusada de enganar a polícia

Por Letitia Stein

TAMPA, Estados Unidos (Reuters) - A mulher do atirador que matou 49 pessoas numa boate gay em Orlando, na Flórida, no ano passado, deve comparecer a um tribunal nesta terça-feira, acusada de enganar as autoridades que investigam o ataque a tiros com mais mortes na história moderna dos EUA.

Um indiciamento federal aberto nesta terça-feira mostrou que Noor Salman, de 30 anos, que foi presa na segunda-feira na Califórnia, é acusada de obstruir a Justiça e ajudar e incentivar a tentativa do marido, Omar Mateen, de fornecer apoio material a uma organização terrorista.

Ela, que segundo relatos da imprensa estava morando na região de San Francisco, deve aparecer em corte federal em Oakland, na Califórnia, nesta terça.

Mateen foi morto em troca de tiros com a polícia depois de fazer reféns num impasse que durou três horas na boate Pulse. Ele também feriu dezenas de pessoas no ataque de 12 de junho, que intensificou os temores relacionados a ataques contra norte-americanos inspirados pelo Estado Islâmico.

(Reportagem de Letitia Stein)

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