Ataque aéreo dos EUA na Síria mata mais de 100 militantes da al Qaeda, diz fonte

WASHINGTON (Reuters) - Um ataque aéreo dos Estados Unidos na quinta-feira, que teve como alvo um campo de treinamento da al Qaeda na Síria, matou mais de 100 militantes, disse um representante do exército norte-americano nesta sexta-feira.

O ataque aconteceu um dia antes do fim da presidência de Barack Obama e um dia depois de mais de 80 militantes islâmicos terem sido mortos por ataques aéreos na Líbia.

O representante, falando sob condição de anonimato, disse que o ataque aéreo foi executado principalmente por um avião bombardeiro B-52, que lançou 14 bombas.

Ele acrescentou que o ataque contra o campo aconteceu na província de Idlib, oeste de Aleppo, e que há um alto nível de confiança de que não houve baixas civis.

Uma coalizão liderada pelos EUA tem realizado ataques aéreos e afirmado que apoia forças locais na Síria contra militantes do Estado Islâmico. No entanto, existe a preocupação de que a derrota do Estado Islâmico possa abrir uma porta para que a al Qaeda tome territórios que não contam com a presença do governo no país.

O Observatório Sírio para Direitos Humanos relatou nesta sexta-feira que um ataque aéreo havia matado mais de 40 membros do grupo jihadista Fateh al-Sham, no noroeste da Síria. Não estava imediatamente claro se este ataque era o mesmo que o representante se referiu.

(Por Idrees Ali)

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