Juiz do Havaí suspende novo decreto de Trump sobre viagens antes de entrar em vigor

Por Dan Levine e Mica Rosenberg

HONOLULU/NOVA YORK (Reuters) - Um juiz federal no Estado norte-americano do Havaí causou outro golpe legal ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta quarta-feira, emitindo uma suspensão de emergência para a proibição de viagem revisada decretada pelo presidente, horas antes da medida entrar em vigor no início da quinta-feira.

O juiz distrital Derrick Watson determinou uma suspensão de emergência na ordem executiva de Trump, que visava impedir temporariamente a entrada dos Estados Unidos de grande parte dos refugiados, bem como em viajantes de seis países de maioria muçulmana.

Watson disse que o Estado de Havaí mostrou uma probabilidade forte do sucesso em suas reivindicações de que a ordem viola a Constituição dos EUA, que impede a discriminação religiosa. Os críticos da proibição argumentaram que ela é discriminatória contra os muçulmanos.

O presidente republicano disse que a política é crítica para a segurança nacional.

O caso foi um dos vários que estavam tramitando nos tribunais norte-americanos na quarta-feira, movidos por procuradores estaduais e por grupos de defesa de imigrantes.

O primeiro decreto deste tipo, assinado em 27 de janeiro, foi mais abrangente do que a segunda ordem revisada assinada em 6 de março, e também foi interrompida por um juiz federal.

Indagado sobre a ordem do juiz do Havaí, o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, não comentou.

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