EUA e China negociam resposta mais forte da ONU sobre mísseis da Coreia do Norte, dizem diplomatas

Por Michelle Nichols

NAÇÕES UNIDAS (Reuters) - Os Estados Unidos estão negociando com a China sobre uma possível resposta mais forte do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) – como sanções – aos repetidos lançamentos de mísseis balísticos da Coreia do Norte, que o órgão de 15 membros normalmente condena em comunicado, disseram diplomatas.

Não ficou imediatamente claro o quão aberta Pequim pode estar a novas sanções. O conselho tem tradicionalmente impulsionado sanções em resposta aos cinco testes nucleares e dois lançamentos de foguetes de longo alcance da Coreia do Norte.

Sanções foram impostas pela primeira vez contra Pyongyang em 2006.

A Coreia do Norte aumentou no ano passado seus testes de mísseis, disparando dezenas de diversos tipos de foguetes, de acordo com a Coreia do Sul. O teste mais recente, que fracassou, aconteceu na sexta-feira após encontro do Conselho de Segurança da ONU sobre a Coreia do Norte, chefiado pelo secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson.

“As ações cumulativas da Coreia do Norte desde o último teste nuclear do país nos obrigam a olhar para uma gama de medidas que podem aplicar pressão”, disse nesta terça-feira um porta-voz da Missão Permanente dos EUA para a Organização das Nações Unidas.

“Como o secretário Tillerson disse na sexta-feira, os negócios de sempre não são uma opção. Estamos explorando opções para uma resposta a estas séries de provocações com nossos colegas do Conselho de Segurança”, disse o porta-voz.

Tillerson pediu na sexta-feira que o Conselho de Segurança tome ação antes da Coreia do Norte.

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