EUA não podem comprovar morte de líder do Estado Islâmico, diz secretário de Defesa

WASHINGTON (Reuters) - O secretário de Defesa norte-americano, Jim Mattis, disse nesta sexta-feira que os Estados Unidos não podem provar se o líder máximo do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, está morto.

No início dessa semana, o Observatório Sírio para Direitos Humanos disse ter "confirmado a informação" de que Baghdadi foi morto, mas autoridades do Ocidente e do Iraque se mostraram céticas.

"Se nós soubéssemos, nós diríamos. Agora, eu não posso confirmar ou negar", disse Mattis. "Nossa abordagem é que nós presumimos que ele está vivo até que seja provado o contrário, e agora, eu não posso provar o contrário."

Mattis acrescentou que um cessar-fogo no sudoeste da Síria está resistindo até agora.

Estados Unidos, Rússia e Jordânia anunciaram o cessar-fogo e um "acordo de desescalada" para o sudoeste do país após um encontro entre os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, em uma cúpula do G20 em Hamburgo, na Alemanha.

(Reportagem de Idrees Ali)

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