Polícia britânica acusa soldados em serviço por suposto terrorismo de extrema-direita

LONDRES (Reuters) - Três homens, incluindo dois soldados em serviço, foram acusados pela polícia britânica nesta segunda-feira por crimes de terrorismo, incluindo pertencimento a um grupo banido da extrema-direita.

Os homens estão entre cinco presos em 5 de setembro como parte de uma pré-planejada operação liderada pelo serviço de inteligência. Os outros dois foram libertados sem acusações no domingo.

A polícia informou que Alexander Deakin, de 22 anos, Mikko Vehvilainen, de 32 anos, e Mark Barrett, de 24 anos, foram acusados de serem membros da organização neonazista Ação Nacional.

Barrett e Vehvilainen informaram seus endereços como sendo bases militares britânicas. Todos os três irão se apresentar perante a Corte de Magistrados de Westminster na terça-feira.

A Ação Nacional se tornou no ano passado o primeiro grupo da extrema-direita a ser banido no Reino Unido, após o assassinato da parlamentar Jo Cox, cuja morte foi exaltada pelo grupo.

A polícia informou que Deakin também foi acusado de posse de documentos úteis para cometer ou preparar um ato de terrorismo, distribuir uma publicação terrorista e incitar ódio racial.

Vehvilainen também foi acusado por possuir documentos úteis para cometer ou preparar um ato de terrorismo, assim como por publicar materiais ameaçadores ou abusivos e possuir uma arma.

(Reportagem de Kylie MacLellan)

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