Grupo rejeita plano de Trump sobre lei de armas após massacre na Flórida

WASHINGTON (Reuters) - A associação nacional de rifle dos Estados Unidos (NRA, na sigla em inglês) rejeitou neste domingo as modestas propostas do presidente Donald Trump e outros republicanos para mudar as leis de armas após o tiroteio em uma escola da Flórida que deixou 17 estudantes e funcionários mortos.

O poderoso grupo de lobby a favor da posse de armas não apoia as iniciativas de Trump para aumentar o limite de idade na compra de certos tipos de armas e de proibir acessórios que permitem que rifles semiautomáticos disparem centenas de vezes por minuto, disse uma porta-voz no programa de televisão "This Week", do Canal ABC.

"A NRA não apoia qualquer proibição", disse Dana Loesch.

Trump foi apoiado pela NRA em sua campanha para as eleições presidenciais de 2016 e muitas vezes destaca seu apoio para o direito constitucional de ter armas.

O massacre de 14 de fevereiro em uma escola na Flórida mobilizou estudantes para pressionar por restrições em vendas de armas, encorajou várias empresas a cortar seus vínculos com a NRA e deu novas energias aos grupos ativistas pelo controle de armas.

Antes das eleições legislativas de novembro, Trump e os republicanos estão sob pressão para mostrarem que respondem às preocupações quanto a segurança nas escolas sem enfurecer seus apoiantes que se opõem ao controle de armas.

(Por Pete Schroeder e Roberta Rampton)

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