PUBLICIDADE
Topo

Bolsonaro nomeia Bebianno, ex-presidente do PSL, ministro da Secretaria-Geral

21/11/2018 13h48

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente eleito Jair Bolsonaro nomeou nesta quarta-feira o advogado Gustavo Bebianno, ex-presidente de seu partido, o PSL, como ministro da Secretaria-Geral da Presidência do futuro governo, anunciou o coordenador da equipe de transição e futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

"Um homem que está extremamente preparado e é da absoluta confiança do presidente da República", afirmou Onyx ao lado de Bebianno ao anunciar o futuro ministro.

Bebianno disse, logo após o anúncio, que o atual desenho da Secretaria-Geral será mantido no próximo governo, sendo responsável pela Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC).

"O desenho atual é PPI continua, Secom também. Mas a principal tarefa da Secretaria é o trabalho de modernização do Estado, desburocratização, govtech. Talvez pela primeira vez um governo federal olhando para sua atividade-fim, que é servir à população", disse Bebianno.

"Então nosso interesse é que contribuinte pagador de impostos e a população brasileira sejam atendidos em tudo aquilo que o governo tem a oferecer em termos de serviços e até produtos", acrescentou.

Segundo Bebianno, Carlos Bolsonaro, vereador pelo Rio de Janeiro filiado ao PSC e filho do presidente eleito, é um dos nomes cotados para a Secom. [nL2N1XW0Q3]

O futuro chefe da Secretaria-Geral confirmou, ainda, que a Secretaria de Governo será extinta na próxima gestão.

"Quero agradecer a confiança que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, confere a mim mais uma vez. É um privilégio participar dessa equipe, que é de homens sérios, patriotas e que efetivamente querem o bem do Brasil", agradeceu o futuro chefe da Secretaria-Geral da Presidência.

"Ter participado de toda a campanha foi um privilégio para mim e agora é uma honra receber mais essa responsabilidade, olhando e trabalhando para o Brasil."

(Por Ricardo Brito)