Família suicida usa os quatro filhos para atacar igrejas na Indonésia

Três atentados a bomba contra três igrejas de Surabaya, segunda maior cidade da Indonésia, deixaram ao menos 11 mortos e 41 feridos.

Segundo o chefe da polícia nacional, Tito Karnavian, a família suicida era ligada à rede extremista Jamaah Ansharut Daulah (JAD), aliada do grupo Estado Islâmico (EI) na região. A organização ultrarradical sunita assumiu a autoria dos atentados em um comunicado divulgado por sua agência de propaganda, a Amaq. "Três ataques kamikazes" deixaram os mortos e feridos "entre os guardiões de igrejas e cristãos na cidade de Surabaya", diz a mensagem do EI.

As explosões aconteceram por volta de 7h30, no horário local, durante os cultos matinais de domingo. A cidade de Surabaya fica na província de Java Oriental.

A Indonésia, país muçulmano mais populoso do mundo, está em estado de alerta contra o terrorismo após uma série de ataques nos últimos anos. Alguns deles foram reivindicados pelo EI; outros foram executados pela rede local JAD.

A ação terrorista deste domingo acontece poucos dias depois de cinco policiais e um prisioneiro serem mortos em confrontos em uma prisão de segurança máxima nos arredores de Jacarta, a capital do país. Os jihadistas reivindicaram o incidente, mas a polícia indonésia descartou o envolvimento do EI no caso.

Com agências internacionais

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