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Prata no skate, Kelvin Hoefler garante primeira medalha brasileira nos JO de Tóquio

25/07/2021 04h46

A primeira medalha olímpica do Brasil em Tóquio veio do skate, com Kelvin Hoefler garantindo a prata na modalidade street, na madrugada deste domingo (25), no Ariake Park Skateboarding. Ele somou 36,15 pontos na final. Na estreia do skate nos jogos olímpicos, quem levou o ouro foi o japonês Yuto Horigome (37,18 pontos), e Jagger Eaton (35,35), dos Estados Unidos, ficou com o bronze.

A primeira medalha olímpica do Brasil em Tóquio veio do skate, com Kelvin Hoefler garantindo a prata na modalidade street, na madrugada deste domingo (25), no Ariake Park Skateboarding. Ele somou 36,15 pontos na final. Na estreia do skate nos jogos olímpicos, quem levou o ouro foi o japonês Yuto Horigome (37,18 pontos), e Jagger Eaton (35,35), dos Estados Unidos, ficou com o bronze.

O skate é um dos cinco esportes que estreiam nessa edição dos Jogos Olímpicos, ao lado do surfe, escalada, caratê e beisebol. Duas modalidades estão no programa: "street", que consiste em fazer manobras numa pista com elementos do mobiliário urbano, e o "park", em que as manobras são realizadas em "bowls", grandes pistas de concreto que podem ter até três metros de profundidade.

O judoca Daniel Cargnin garantiu sua vaga na semifinal. Ele se classificou na categoria até 66kg ao derrotar o italiano Manuel Lombardo, neste domingo. Em sua terceira luta na Olimpíada no Japão, o atleta gaúcho bateu o atual número 1 do mundo da categoria nos segundos finais do duelo, aplicando um waza-ari. Na semifinal, o brasileiro (15º mundial) vai enfrentar o japonês Hifum Abe, número 5 do ranking e vencedor de dois mundiais.

A seleção brasileira feminina de handebol fez uma grande estreia neste domingo nos Jogos de Tóquio ao empatar por 24 a 24 com o ROC (sigla para atletas da Rússia), equipe das atuais campeãs olímpicas. O Brasil fez uma partida de igual para igual com as adversárias, que ficaram na frente até a metade do primeiro tempo, quando o placar chegou a 11 a 11.

Já na segunda etapa, as brasileiras foram mais agressivas e não deixaram as russas abrirem muita vantagem no marcador. No minuto final, Bruna acertou um arremesso e garantiu o resultado final. "Mesmo quando estávamos atrás no placar, a gente não baixou o braço e lutamos até o fim", declarou Bruna, jogadora do Brasil que atua na equipe francesa do Nantes, em entrevista ao canal SporTV.

A seleção brasileira volta a jogar na segunda-feira (manhã de terça no Japão) contra a Hungria, pela segunda rodada da chave, que conta ainda com a Espanha, atual vice-campeã olímpica, França e Suécia.

Calor, tufão e Covid-19

Os atletas que competem nesses Jogos Olímpicos de Tóquio, no entanto, continuam a "lutar" contra outros adversários: o tufão Nepartak, com rajadas de vento de até 90 quilômetros por hora, continua se aproximando da cidade-sede da Olimpíada, obrigando a organização a remarcar mais provas previstas para o início dessa semana, como o remo e corridas.

O forte calor e a umidade também têm sido motivos de reclamações constantes dos atletas, que se veem mais cansados e com mais dificuldade de performarem nas competições.

A Covid-19 também continua a "eliminar" competidores das provas. Desta vez foi jogador de golf espanhol Jon Rahm que testou positivo para o coronavírus e está fora dos jogos.

(Com informações da AFP)