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 Internacional

26/12/2005 - 17h49
Um ano depois do tsunami, parentes de vítimas recordam a tragédia na Europa

ESTOCOLMO, 26 dez (AFP) - O primeiro aniversário do tsunami de 26 de dezembro de 2004 que matou centenas de turistas europeus na Tailândia foi recordado durante cerimônias nos países nórdicos, mas alguns sobreviventes ou parentes de vítimas de muitos países viajaram à Ásia.

A Suécia (543 mortos e desaparecidos) e a Alemanha (537) estão entre os países europeus mais abalados por esse maremoto sem precedentes na Tailândia, que também matou 167 finlandeses e 95 franceses, entre outros, segundo o ministério tailandês do Interior.

Nesta segunda-feira, centenas de pessoas participaram de três cerimônias oficiais nas cidades suecas de Estocolmo, Göteborg e Malmö.

Na capital suécia, cerca de 300 sobreviventes, parentes de vítimas ou simples cidadãos se reuniram no museu ao ar livre Skansen, na presença da família real.

Sobre um solo coberto de neve, 543 velas - uma para cada sueco morto ou desaparecido - foram acesas, formando uma longa avenida luminosa na escuridão da noite.

Em Göteborg e Malmö, além das velas em memória dos desaparecidos, foi observado um minuto de silêncio .

Na Noruega, uma cerimônia oficial marcou o primeiro aniversário da tragédia em Oslo, na presença do rei Harald V e do ministro das Relações Exteriores Jonas Gahr Stoere. No total, 84 noruegueses morreram no tsunami que devastou os países do oceano Índico.

Na Finlândia (178 mortos) e na Dinamarca (46 mortos), o aniversário do drama foi recordado nas igrejas, assim como na República Tcheca (8 mortos).

Muitos países europeus preferiram enviar delegações à Tailândia, aos locais da tragédia.

Assim, sobreviventes e famílias de vítimas européias se juntaram aos milhares de tailandeses para prestar uma homenagem aos cerca de 5.400 mortos neste país, entre eles a metade era constituida de estrangeiros de 37 nacionalidades diferentes.

Mais de 400 suecos se deslocaram até a praia do balneário devastado de Khao Lak, no sul da Tailândia, assim como uma centena de noruegueses. Mais de 200 finlandeses assistiram a uma cerimônia em um hotel de Phuket, de onde haviam sido repatriados os cidadãos finlandeses após a catástrofe.

O ministro holandês do Interior, Johan Remkes, e 27 de seus compatriotas viajaram no domingo a Khao Lak para presenciar uma homenagem às 11 vítimas holandesas.

Cerca de 150 britânicos também deviam viajar à Tailândia, mas também ao Sri Lanka, para participar das cerimônias de recordação junto ao secretário de Estado aos Assuntos Exteriores David Triesman. No total, 149 britânicos morreram na tragédia.

Cerca de 50 suíços também viajaram à Tailândia para homenagear os 107 mortos de seu país. Até hoje, cinco suíços ainda estão desaparecidos.

Além disso, uma grande exposição intitulada "Após o tsunami" apresentando relatos de jovens sobreviventes asiáticos e suecos abriu suas portas em Estocolmo.

A organização humanitária britânica Oxfam organizou uma exposição de fotos em Londres.

No aeroporto Fiumicino de Roma, uma exposição de fotos intitulada "Um ano no Sri Lanka" foi organizada pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e pelo Programa Alimentar Mundial (PAM).

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