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 Internacional

01/01/2006 - 13h37
Onda de atentados em Bagdá no primeiro dia do ano

Por Thibauld Malterre=(FOTOS)= BAGDÁ, 1 jan (AFP) - Uma onda de onze atentados sacudiu Bagdá neste domingo no Iraque, causando um morto e 34 feridos, um dia depois da libertação de cinco reféns sudaneses que estavam ameaçados de morte pela facção da Al-Qaeda no Iraque.

Um policial foi abatido quando saía do trabalho em seu veículo, em Mossul, norte do Iraque, onde outros dois policiais ficaram feridos na explosão de uma bomba.

Entre alguns dos atentados, cinco policiais sofreram ferimentos quando um camicase explodiu seu carro-bomba no bairro de Karrada, centro da capital.

Dois policiais ficaram feridos na explosão de um artefato caseiro na passagem de seu veículo quando patrulhavam o leste de Bagdá.

Outras dez pessoas foram vítimas das explosões de outros seis carros-bomba em vários bairros da capital.

Paralelo a esses atentados, o filho de um diplomata palestino creditado em Bagdá foi assassinado na capital iraquiana, neste final de semana, segundo anunciou o ministério do Interior palestino, que pediu a investigação do caso.

Azam Ibrahim Mohsen, de 17 anos e filho do adido cultural da representação diplomática palestina em Bagdá, foi assassinado a balas num bairro do oeste da capital iraquiana.

Por outro lado, o Sudão confirmou a libertação, em bom estado de saúde, de cinco reféns, entre eles um diplomata, que foram seqüestrados em 23 de dezembro em Bagdá.

A célula iraquiana da Al-Qaeda, dirigida pelo jordaniano Abu Musab Al Zarqawi, reivindicou o seqüestro na quinta-feira e ameaçou matar os reféns ao final de 48 horas se o Sudão não rompesse suas relações com o Iraque.

O Sudão anunciou no dia seguinte o fechamento de sua embaixada em Bagdá.

O líbano-cipriota Garabet Chekerjian, que estava há cinco meses seqüestrado no Iraque, foi libertado e se encontra em bom estado de saúde, anunciou a embaixada do Líbano em Bagdá.

O ex-refém trabalhava no Iraque desde agosto de 2003 para a empresa libanesa Jetco Trading company. Depois do seqüestro, a empresa anunciou que suspendia todas suas atividades no Iraque, conforme exigiam os seqüestradores, que se identificaram como "Grupo de Incitação ao Bem e Prevenção do Mal".

No âmbito energético, a distribuição de produtos petroleiros se reiniciou na refinaria de Baiji, norte de Bagdá, o que deverá permitir a retomada da produção nacional.

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