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 Internacional

26/07/2006 - 00h25
Força da ONU vira alvo de Israel no Líbano

BEIRUTE, 26 jul (AFP) - A Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul), que perdeu quatro de seus membros sob fogo israelense nesta terça-feira no sul do Líbano, está estacionada desde 1978 nesta região.

A Finul, cujo objetivo era ajudar o Exército libanês a se mobilizar ao longo da fronteira com Israel e velar pela instauração da segurança e a paz na região, tem seu quartel-geral em Naqura, sul do Líbano.

Ao ser criada, contava com 6.000 homens, que chegaram a 7.000, em 1982.

Em 31 de dezembro de 2005, a Finul contava com 1.989 militares apoiados por 51 observadores da Organização das Nações Unidas para a Supervisão de Trégua na Palestina (Onust). Outros 390 agentes civis fazem parte da missão.

A Finul foi constituída em virtude da resolução 425, adotada em 19 de março de 1978 pelo Conselho de Segurança da ONU, após um ataque israelense de envergadura contra o Líbano destinado, segundo Israel, a proteger o norte de seu território dos combatentes da Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

No mesmo dia, o Conselho de Segurança adotava uma segunda resolução, a 426, que fixava em seis meses o período inicial da missão.

O objetivo da Finul é "confirmar a retirada das forças israelenses, restabelecer a paz e a segurança internacional, e ajudar o governo libanês a assegurar a restauração de sua autoridade efetiva na região" do sul do Líbano.

Em 1982, as tropas israelenses chegaram a Beirute, antes de se retirar parcialmente do país em 1985, mas conservando o controle de uma faixa fronteiriça de 850 km2, com o auxílio do Exército do Líbano Sul (milícia auxiliar de Israel).

Três meses após a retirada israelense do sul do Líbano, em maio de 2.000, a Finul ocupou a fronteira, assumindo a missão que recebera da ONU há 22 anos.

Em 31 de janeiro de 2006, o Conselho de Segurança prorrogou por mais seis meses, até 31 de julho, o mandato da Finul.

Os capacetes azuis têm atuado de forma freqüente como desativadores de minas, socorristas ou "trabalhadores humanitários" que assistem à população local.

Desde sua criação, a Finul já perdeu mais de 250 homens, incluindo 80 em ataques.


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