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03/11/2009 - 11h52

Número de médicos nos EUA é superestimado, diz estudo

Roni Caryn Rabin
The New York Times

Se os Estados Unidos enfrentam ou não uma carência de médicos, isso é uma questão de debate. Porém, um estudo sugere que já há menos médicos trabalhando do que havia sido estimado, graças a um atraso no relato de aposentadorias.


O novo estudo, publicado na edição de 21 de outubro do The Journal of the American Medical Association, estima que os EUA tenham 788 mil médicos ativos – 65 mil a menos do que os cálculos anteriores previam. A força de trabalho médica é também mais jovem do que anteriormente estimado, com uma maior proporção de médicos na casa dos 20 e 30 anos, e menos com mais de 65 anos.


Em 2020 haverá 957 mil médicos, segundo as novas estimativas, ao invés da projeção anterior de 1,05 milhão. Apenas 9% terão 65 anos ou mais, ou a metade do que havia sido previsto.


A nova análise utilizou dados do censo para fazer projeções.


“De 2005 a 2020, projetamos um crescimento de 20 a 22% no número de médicos”, disse o principal autor do estudo, Douglas O. Staiger, economista de Dartmouth. “Mas como começamos com um número mais baixo, você acaba com um número também mais baixo no futuro – com 9% menos médicos em 2020”.


Segundo Staiger, isso não significa necessariamente que haverá uma grave carência de médicos, mas que “precisamos corrigir a linha de partida para fazer previsões futuras”.
 

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