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30/04/2007 - 18h06

Estudo descarta risco de câncer em companhias de eletricidade

PARIS, 30 abr (AFP) - Campos eletromagnéticos de baixa freqüência não representam um risco de câncer para funcionários de companhias de eletricidade, revela um estudo de ampla escala que será publicado nesta terça-feira.

O estudo acompanhou a saúde e os registros de emprego de 28.000 trabalhadores de companhias fornecedoras de eletricidade na Dinamarca, uma base de dados que remonta a 1968.

As doenças e a mortalidade entre estes trabalhadores foram comparadas com o Registro Dinamarquês de Câncer, onde todos os novos casos da doença são inscritos desde 1942.

Os cientistas afirmam não ter encontrado evidências que sugeriam que a exposição a campos eletromagnéticos de baixa freqüência aumentasse o risco de leucemia, câncer cerebral e de mama, como alegavam alguns estudos feitos em laboratório.

O artigo será publicado na edição desta terça-feira do jornal Occupational and Environmental Medicine, da Associação Médica Britânica.

Seus autores, chefiados por Christoffer Johansen, do Instituto de Epidemiologia de Câncer de Copenhague, dizem não haver necessidade de se reforçar as diretrizes internacionais de segurança para a exposição ocupacional a estes campos, que têm freqüência de 50-60 Herz.

Uma revisão das evidências, realizada em 2002 pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer, chegou à mesma conclusão.
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