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05/11/2009 - 13h00

Colesterol também é problema de criança

São Paulo - Os problemas com o colesterol alto não são mais exclusividade dos adultos e adolescentes. É cada vez mais comum crianças, com idade entre 5 e 15 anos, sofrerem com a LDL (lipoproteína de baixa densidade), conhecida como mau colesterol. Especialistas afirmam que, na maioria dos casos, a doença é uma herança genética e apenas 10% a 20% das crianças conseguem se curar. Em grande concentração no organismo, o LDL pode se fixar no interior das artérias, causando obstruções no sistema cardiovascular e aumentar o risco de enfarte, derrame, aneurisma, problemas renais e aterosclerose.

A endocrinologista Sandra Villares, coordenadora do Ambulatório de Obesidade Infantil do Hospital das Clínicas, afirma que "nas crianças, a maioria dos casos de LDL aumentado é resultado de um padrão familiar". Prova disso é que crianças obesas, com sobrepeso, podem ter o colesterol normal e uma magra, não. "Isso dependerá do metabolismo de cada pessoa", diz Sandra.

A doença na infância é absolutamente idêntica à apresentada nos mais velhos. O tratamento também é semelhante: controle da alimentação, exercícios e remédios, diz o nutrólogo Fábio Ancona Lopez, do Departamento de Nutrição da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Mesmo com o controle alimentar e o exercício físico, a endocrinologista afirma que apenas 10% a 20% das crianças com LDL alto se curam. "Mesmo com um estilo de vida saudável, a genética e o histórico familiar são determinantes. O importante é que o LDL seja controlado", completa. As informações são do Jornal da Tarde.

AE

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