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30/03/2005 - 19h01
Número de crianças obesas nos EUA triplicou em 30 anos

Washington, 30 mar (EFE).- O número de crianças obesas nos Estados Unidos triplicou desde 1975, o que aumenta o risco de doenças como diabetes, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Fundação para o Desenvolvimento das Crianças.

A pesquisa, realizada todos os anos pela Fundação para o Desenvolvimento das Crianças e pela Universidade Duke (Carolina do Norte), é considerada uma medida das condições de bem-estar dos menores de idade nos Estados Unidos.

Além do crescimento no número de crianças obesas nos últimos 30 anos nos Estados Unidos, também foi verificado um aumento de jovens que vivem na pobreza.

Segundo os autores do estudo, ambas as estatísticas são consideradas negativas para avanços obtidos, por exemplo, na luta contra as drogas e os crimes entre os menores de idade e na redução do número de adolescentes grávidas.

Kenneth Land, coordenador do estudo "Índice de Bem-estar das Crianças" americanas, sugeriu hoje a adoção de medidas sérias para melhorar a qualidade de vida das futuras gerações dos EUA por parte do Congresso e de outras autoridades.

Os especialistas da Fundação e da Universidade Duke informaram que atualmente cerca de 15% das crianças no país estão acima do peso.

Esse fenômeno provocou também um alto índice de menores com diabetes do tipo 2, além de níveis elevados de colesterol, pressão sanguínea alta e risco de doenças de coração.

Apesar de tudo, o relatório informa que o bem-estar das crianças melhorou se for levado em conta que, desde 1993, a maioria delas observaram uma conduta mais positiva e de menor risco tanto em sua dieta quanto em seu desenvolvimento na escola e em suas comunidades.

Entre os aspectos positivos descobertos pela pesquisa, destaca-se o fato de que menos adolescentes ficaram grávidas desde 1992.

Em 2004 houve 10,9 nascimentos por cada mil adolescentes, o que representa um significativo avanço se comparado com a média de 20 nascimentos por cada mil de 1992.

Outro dado positivo é que o consumo de álcool entre alunos da educação secundária (14 a 18 anos) caiu de 36,9% em 1975 para 20,2%, em 2004.

Land explicou que, entre os fatores que contribuíram para essa melhora, está uma maior participação da família e dos professores nas atividades dos jovens.

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