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12/03/2007 - 20h04
Bush é o presidente dos Estados Unidos com menor QI em 60 anos

Washington, 12 mar (EFE).- George W. Bush é o presidente dos Estados Unidos com menor coeficiente intelectual dos últimos 60 anos, com um QI de 91, segundo um estudo publicado hoje no site do Instituto Lovenstein, que fica em Scranton (Pensilvânia).

O estudo, que é feito todos os anos desde 1973, dirigido à comunidade acadêmica, mede o coeficiente intelectual de cada novo presidente americano que chega ao poder e compara com o dos líderes anteriores, desde o democrata Franklin Roosevelt (1933-1945).

Os seis presidentes republicanos dos últimos 60 anos tinham média de QI de 115,5. Entre eles, a contribuição mais alta foi a de Richard Nixon (1969-1974), com 155, e a mais baixa foi a do atual presidente (no cargo desde 2001), com coeficiente de 91, segundo o relatório.

Os resultados do coeficiente intelectual vão de 130 ou mais, classificado como "muito superior" (2,2% da população); de 120 a 129, "superior" (6,7%); de 110 a 119, "normal alto" (16,1%); de 90 a 109, "média" (50%); de 80 a 89, "normal baixo" (16,1%); de 70 a 79, limítrofe" (6,7%); e de 69 ou menos, "deficiente mental" (2,2%).

Em relação aos democratas, a média é de 156, com Bill Clinton (1993-2001) no topo com coeficiente intelectual de 182, enquanto Lyndon Johnson (1963-1969), com QI de 126, ocupa o último lugar.

Dos doze presidentes americanos durante os últimos 60 anos, o democrata Bill Clinton, com 182 pontos, é o que tinha maior QI, enquanto seu sucessor na Casa Branca, o republicano George W. Bush, tem o mais baixo.

O resultado de Bush, segundo o estudo, é devido a sua aparente dificuldade no domínio do inglês durante suas atuações em público, seu limitado uso do vocabulário - calculado em quase 6.500 palavras que dispõe, contra as 11.000 das que normalmente seus antecessores usavam.

O relatório também destacou a falta de conquistas escolares do atual presidente, que se reduzem a um título de MBA de nível básico (Master em Administração de Empresas), e que não incluem nenhum tipo de trabalho de pesquisa que possa ser considerado um marco acadêmico.

"Todos os presidentes anteriores a George W. Bush tinham pelo menos com um livro escrito por eles, e muitos deles tinham publicado vários textos durante seus anos de formação", afirmou o relatório.

"Não é só o fato de o presidente Bush não ter trabalhos publicados, o que tornou mais difícil chegar a uma avaliação adequada, mas, além disso, tivemos que nos centrar nas transcrições de seus discursos", segundo estudo.

Para a realização do relatório, o Instituto Lovenstein baseou-se em indicadores como conquistas escolares, produção escrita e individual dos presidentes durante sua formação e habilidade para falar com clareza.

Também foram levados em conta uma série de fatores psicológicos usados no sistema de ranking de inteligência de Swanson/Crain.

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