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17/02/2008 - 15h01
Ehud Barak teme que Irã, Síria e Hisbolá se unam para atacar judeus

Jerusalém, 17 fev (EFE).- O ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, expressou hoje seu temor de que Irã, Síria e Hisbolá se unam para atacar os judeus em qualquer parte do mundo, como vingança pelo assassinato do "número dois" do grupo xiita libanês, Imad Mugniyah.

Na reunião do gabinete ministerial realizada hoje em Jerusalém, Barak disse que "é razoável admitir que o Hisbolá tente vingar o assassinato de Imad Mugniyah, provavelmente com o apoio do Irã e da Síria", informou a edição digital do jornal israelense "Ha'aretz".

A morte de Mugniyah representa, segundo o ministro, um duro golpe para o Hisbolá e para o terrorismo internacional em geral, já que ele foi responsável pela morte de centenas de civis e soldados em vários países.

Segundo Barak, para o Hisbolá não será fácil encontrar um substituto para Mugniyah, considerado o chefe do serviço de inteligência e do braço armado do grupo.

O ministro da Defesa assegurou que nem o Hisbolá, nem a Síria, nem o Irã sabem, com certeza, quem está por trás do atentado, o que não os impediu de apontar o serviço secreto de Israel como responsável pelo crime.

"O Exército e as instituições de Defesa estão preparados em todas as suas frentes", afirmou Barak.

Segundo o "Ha'aretz", Israel teme um ataque cometido por um avião não pilotado no norte ou no centro do país, e por isso a Força Aérea foi colocada em alerta.

As autoridades também ordenaram na semana passada aumentar o nível de alerta em suas embaixadas e consulados e pediram aos cidadãos israelenses e aos judeus no exterior que elevem as precauções por medo de possíveis atentados.

Mugniyah foi assassinado com um carro-bomba na terça-feira, em Damasco.

Ele era acusado de ter participado de alguns dos atentados mais sangrentos do passado século, como os ataques contra o quartel-general dos marines americanos em Beirute, em 1983 (241 mortos), e contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) de Buenos Aires, em 1994, onde morreram 85 pessoas.



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