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Paulo Salim Maluf (PP)
Para votar: nº 11
Vice: Antonio Salim Curati Junior (PP)
Coligação: Apenas o PP
Tempo de hórario eleitoral: 02'36''24
Gastos máximos previstos: R$ 5 milhões
Site oficial: http://www.maluf11.com.br/

Paulo Maluf nasceu em Sao Paulo em 3 de setembro de 1931. Filho de empresários de ascendência libanesa, formou-se em engenharia pela USP em 1954. Passou a ser diretor-superintendente das empresas da família, comandadas por seu irmão. Em 1955, casou-se com Sylvia Lutfalla, sua vizinha, com quem tem quatro filhos e 13 netos.

Em 1964, tornou-se vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo. Tomou posse em 30 de março, um dia antes da queda do presidente João Goulart. O sogro de Maluf era um dos líderes do Ipes, órgão que articulou o golpe.

Sua carreira política começou graças à amizade com o general Arthur da Costa e Silva, que, em 1966, foi eleito presidente pelo Congresso. Ele indicou Maluf para a presidência da Caixa Econômica Federal em São Paulo, em 1967. Em 1968, Maluf foi nomeado prefeito de São Paulo (1969-1972).

Na gestão seguinte, Maluf foi secretário de Transportes da prefeitura (1971-1974). Em 1974, tentou ser indicado candidato ao Senado, mas o presidente Ernesto Geisel já havia escolhido Carvalho Pinto, o que levou Maluf a desistir. Retomou suas atividades na Associação Comercial e, em 1976, foi eleito presidente da entidade.

Logo começou a articular para chegar ao governo de São Paulo. Maluf apostara na candidatura à Presidência do ministro do Exército, Sylvio Frota, da linha-dura. O presidente Geisel, que apoiava o general João Baptista Figueiredo, demitiu Frota em outubro de 1977. Sem esperança de ser indicado pelo presidente, Maluf visitou todos os 1.261 delegados que iriam votar na convenção da Arena. Em abril, Geisel escolheu Laudo Natel. Confiante, Natel nem procurou os delegados. Na convenção, em junho de 1978, Maluf cumprimentava todos os arenistas chamando-os pelo nome. Venceu por 617 votos a 589 e foi eleito para o governo do Estado de São Paulo. Naquela gestão, criou a Paulipetro, estatal destinada a extrair petróleo, que consumiu US$ 500 milhões na perfuração de 21 poços, mas só achou água e um pouco de gás.

Maluf nunca trocou de partido, embora a sigla tenha mudado ao longo dos anos: de Arena para PDS, que mudou para PPR, que virou PPB, que hoje é PP (Partido Progressista).

Em 1982, disputou uma vaga de deputado federal; foi eleito com 672.629 votos. Na Câmara (1983-1986), articulou sua primeira candidatura à Presidência da República. Em 1984 votou contra a emenda que propunha as eleições diretas. Em 1985, tentou a Presidência via Colégio Eleitoral, mas foi derrotado quando seus ex-aliados formaram uma frente (a Frente Liberal, futuro PFL) e apoiaram Tancredo Neves, que ganhou por 480 votos contra 180 de Maluf.

Em 1989, na primeira eleição direta para presidente após a ditadura, Maluf tenta de novo a Presidência, mas ficou em 5º lugar, perdendo para Fernando Collor de Mello (PRN).

Com o fim do regime militar, Maluf perdeu todas as eleições que disputou, exceto para a Prefeitura de São Paulo em 1992, ganhando de Eduardo Suplicy (PT) no segundo turno com 53% dos votos.

Ele ainda conseguiu eleger seu sucessor em 1996, Celso Pitta. Em 1998, liderou as pesquisas a prefeito de São Paulo até a última semana, quando foi superado por Luiza Erundina (PT). Em 2000 perdeu a prefeitura no segundo turno para Marta Suplicy (PT), que teve 58,51% dos votos.

Na disputa pelo governo do Estado perdeu em 1986 para Quércia e ficou em 3º lugar; em 1990 perdeu para Luiz Antônio Fleury Filho (PMDB) no segundo turno; em 1998 perdeu para Mário Covas (PSDB) no segundo turno; em 2002, perdeu também na votação final para Geraldo Alckmin (PSDB).
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