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 Internacional

13/09/2004 - 16h07
Termina protesto de "Batman" no palácio de Buckingham

Por Paul Majendie

LONDRES (Reuters) - Um ativista fantasiado de Batman conseguiu driblar a segurança britânica na segunda-feira ao escalar o muro da frente do palácio de Buckingham, em Londres. O homem é membro do mesmo grupo de direitos paternos que jogou preservativos cheios de farinha no premiê Tony Blair.

Após cinco horas de negociações, a polícia conseguiu convencer o homem a descer de um balcão de 10 metros de altura na residência da rainha Elizabeth em Londres.

A família real não estava na residência durante o incidente, mas em férias na Escócia.

O grupo ativista Father 4 Justice (Pais pela Justiça) disse que a polícia havia ameaçado atirar no companheiro de Batman, fantasiado de Robin.

Darly Westell, porta-voz do grupo, disse à Reuters: "Criamos uma distração nos portões da frente do palácio para que Batman e Robin entrassem pela lateral com escadas e escalassem a cerca".

"A polícia ameaçou atirar em Robin a menos que ele descesse da cerca -- o que achamos inaceitável, porque esse é um protesto pacífico e não-violento. Mas o Batman conseguiu continuar."

O manifestante fantasiado de Batman conseguiu exibir uma faixa na frente do palácio que dizia "Superpais do Father 4 Justice lutando por seus direitos de ver seus filhos". Segundo o grupo, os tribunais britânicos têm preconceito contra os homens nos casos de divórcio.

REVISÃO NA SEGURANÇA

O Fathers 4 Justice identificou o manifestante como Hason Hatch. Durante sua encenação, ele socou o ar várias vezes em triunfo, sorrindo e acenando para a multidão reunida em frente ao palácio, mas parecia estar sentindo cada vez mais frio conforme a noite se aproximava.

Essa foi a última de uma longa lista de proezas cometidas pelo grupo. Um ataque com farinha contra Blair em pleno Parlamento, há quatro meses, provocou um alerta de segurança, fechou o local e forçou mudanças das regras de acesso à Câmara dos Comuns.

Magnus Ranstorp, um especialista em segurança e terrorismo da Universidade St. Andrews, disse à Reuters: "Isso é quase que indesculpável, dada a proeminência e a importância da família real".

"Isso faz parte de uma série de falhas da segurança, apesar do perigo presente e, claro, do terrorismo que estamos enfrentando."

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