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24/12/2007 - 17h32
Israel diz que não violou leis na guerra no Líbano em 2006

JERUSALÉM (Reuters) - Uma investigação militar israelense avaliou que o país não infringiu as leis internacionais ao usar bombas de fragmentação no ano passado, na guerra no Líbano. A conclusão vai de encontro a vários relatos sobre violações.

Uma comissão das Nações Unidas no ano passado acusou Israel de não limitar os seus ataques a alvos militares no Líbano e de fazer uso exagerado das bombas de fragmentação.

Contudo, o Exército israelense afirmou que os promotores militares não tomariam qualquer medida legal contra os comandantes das tropas, depois de determinar que "o uso de munições de fragmentação durante a guerra esteve de acordo com leis humanitárias internacionais".

A guerra no Líbano começou depois que o Hizbollah capturou dois soldados israelenses e matou oito em julho de 2006. O conflito de 34 dias resultou na morte de 1.200 pessoas no Líbano, a maioria civil, e 157 israelenses, a maior parte soldados.

As Nações Unidas estimam que Israel jogou milhões de bomba de fragmentação no Líbano. Centenas de milhares de bombas não explodiram e continuam a ferir e a matar pessoas, passada a guerra.

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