UOL Notícias Cotidiano
 

01/06/2009 - 13h03

Brasileiro que pegou o voo AF 447 há uma semana teme retorno ao Brasil

Ana Carolina Dani
Especial para o UOL Notícias
No aeroporto Charles De Gaulle, em Paris
Um brasileiro que foi à Paris no voo AF 447 de 21 de maio agora teme tomar o avião da Air France para retornar ao Brasil. O policial civil Luís Carlos Machado era um dos passageiros que estavam no aeroporto internacional Charles De Gaulle nesta segunda-feira (1º), quando um avião Airbus A330-200, da Air France, desapareceu dos monitores dos radares na costa do Brasil.

Dois voos da Air France para o Brasil, com destino para o Rio de Janeiro e para São Paulo, estão programados para partirem de Paris às 23h20 (18h20, horário de Brasília). Machado, que retorna a Criciúma (SC), é passageiro de um deles, mas após a notícia do desaparecimento do avião diz estar preocupado e já não sabe se irá tomar o voo.

Ele disse que, com ele, viajou uma funcionária da prefeitura de Criciúma e que ela iria tomar o mesmo voo AF 447 de volta ao Brasil. A empresa informou que só divulgará lista dos passageiros após a checagem das nacionalidades.

Parentes e amigos
O voo AF 447 que desapareceu hoje estava programado para chegar ao aeroporto Charles De Gaulle às 11h15 (6h15, horário de Brasília) no Terminal 2 D.

Após o anúncio do desaparecimento do Airbus A330-200, os parentes e amigos que aguardavam o desembarque dos passageiros foram encaminhados a uma sala do Terminal 2 E. O policiamento francês fez um cordão de isolamento e os parentes foram encaminhados a uma sala sem acesso a jornalistas.

Nenhum familiar concedeu entrevista. No entanto, o que se pode notar foi a expressão de abatimento no rosto de muitos deles, alguns com lágrimas nos olhos. Cerca de 30 amigos e parentes chegaram ao local entre 12h (7h, horário de Brasília) e 17h20 (12h20).

Por volta das 17h (12h, horário de Brasília), o presidente francês Nicolas Sarkozy chegou ao aeroporto para se reunir com os parentes e amigos que aguardavam o voo AF 447.

Apesar do isolamento, chamado de "célula de crise", a movimentação no Terminal 2 E permanece normal. Alguns passageiros se mostraram curiosos com o isolamento e foram pegos de surpresa quando informados sobre o desaparecimento do avião.

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