UOL Notícias Cotidiano
 

12/06/2009 - 11h27

Buscas são direcionadas para oeste; novos destroços foram avistados

Do UOL Notícias
Em São Paulo
O brigadeiro Ramon Borges Cardoso, responsável pela coordenação das buscas de corpos e destroços do voo AF 447, afirmou hoje, em entrevista coletiva em Recife, que as buscas hoje foram direcionadas para "um pouco mais a oeste" das que vinham sendo realizadas.

"As buscas foram direcionadas para os locais mais prováveis, um pouco mais a oeste da que foi realizada ontem", disse ele. Segundo Borges Cardoso, ainda é possível que sejam encontrados corpos. Nas buscas de hoje, foram vistos novos destroços.

"Estamos fazendo a notação exata de cada local em que os destroços são encontrados, para auxiliar nas investigações", afirmou o brigadeiro.

A corveta Jaceguai substituirá a fragata Constituição nas operações. A fragata está levando materiais recolhidos a Recife. Hoje, aeronaves francesas envolvidas na busca não decolam: elas estão sob trabalho de manutenção. Amanhã elas devem voltar à operação.

Buscas não têm data para acabar, diz Aeronáutica

  • Eraldo Peres/AP

    Avião Hércules C-130 decola de aeroporto em Fernando de Noronha para realizar buscas dos voo AF 447. Em Recife, trabalhos do IML chegam ao segundo dia com ajuda de peritos federais

"Temos uma área provável da queda. Essa informação está sendo usada pelos navios com sonar. Esse ponto provável é uma área de 65-70 km de raio da região onde foi feito o último reporte pelo avião. Nessa área os navios franceses estão fazendo as buscas com sonar." "A região fica a 850 km a noroeste de Fernando de Noronha. Foi a região onde concentramos as buscas no início", disse Borges Cardoso.

Três embarcações francesas atuam na área, segundo o vice-almirante Edson Lawrence. "É uma área grande, portanto o fundo marinho também é", disse.

A partir do dia 17 de junho, a cada dois dias, Força Aérea e Marinha avaliarão os resultados da busca. Até o momento, não há nenhum plano de encerramento das buscas.

Peças encontradas durante as buscas serão colocadas à disposição das autoridades francesas, que decidirão, a partir de segunda-feira, se farão análises iniciais no Brasil ou se serão levadas para a França. "É bastante difícil fazer a identificação, apenas o pessoal técnico pode fazê-lo."

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