UOL NewsUOL News
UOL BUSCA
FALE COM UOL NEWS
- Vai ao ar às terças

18/04/2006 - 19h07
"Meu filho de 3 anos brinca de ser a Bela Adormecida. Devo me preocupar?"

Veja a entrevista em vídeo

Da Redação

É preciso se preocupar com as brincadeiras de criança? A dúvida foi suscitada por uma internauta que participou do Momento Família desta terça-feira. Segundo contou, seu filho de 3 anos, escolhe com freqüência o papel da Bela Adormecida nas brincadeiras com o irmão gêmeo. Preocupada, a mãe disse ter repetido para o filho que meninos escolhem personagens masculinos.

Mas para Rosely Sayão, este é um limite do mundo real, que não existe na fantasia das crianças nesta idade. "No faz-de-conta vale tudo, pode ser homem, a mãe, bicho, médico etc. A identificação que ele deve fazer com o papel masculino ele faz na vida real, com figuras como a do pai, tio, avô. No mundo da fantasia, ele pode ser o que quiser, sem problemas." A psicóloga indicou à mãe o filme "Minha Vida em Cor-de-Rosa" que conta a história de um garoto que, para desespero dos pais, insiste em se vestir como menina.

Minha esposa revelou que é homossexual. O que fazer?

Rosely também comentou o caso do internauta cuja esposa revelou recentemente ser homossexual e afirmou amá-lo e desejar continuar na relação. Segundo ele, os dois estão juntos há cinco anos e tem dois filhos.

"Você precisa saber se isto tem a ver com o conhecimento dela a respeito de si mesma ou com uma relação com outra pessoa. No último caso, o contrato de casamento de vocês precisa ser revisto. Tem que saber se ela vai renunciar à sexualidade, se já sabia disso e não disse. É preciso uma conversa franca, honesta, para ver se você também suporta esta situação", disse a psicóloga.

Quanto aos filhos, disse, ainda não é o momento para se preocupar. "Hoje em dia, o mais importante é que os pais estejam bem do que estejam juntos. Além disso, nesta idade (imagino que tenham menos de 5 anos), a vida íntima dos pais não interessa a eles."

Bate-papo

Na conversa com os internautas, Rosely Sayão comentou ainda sobre como programas como "Super Nanny", na sua opinião, "subestimam a capacidade dos pais" e sobre o caso de uma mãe cuja filha de 16 anos contou ter vontade de experimentar maconha, entre outros temas. Leia abaixo as perguntas e respostas.


(04:10:35) Ladjane pergunta para Rosely Sayão: Gostaria de saber como lidar melhor com meu filho de 17 anos incompletos que acha que sabe demais, não escuta conselhos e acha que estou ultrapassada?

(04:15:48) Rosely Sayão: Ladjane, você precisa lembrar que o adolescente é insolente mesmo com o mundo que já existia antes dele. A idéia do jovem é sempre renovar o mundo e por isso consideram o que já existia ultrapassado. Então é absolutamente normal achar os pais caretas, ultrapassados. Eu até estranho quando os filhos adolescentes acham os pais super legais.

Quanto a achar que sabe demais, na verdade é uma negação do mundo adulto representada pelos pais. Mas você não deve deixar de falar com ele, mas orientá-lo --o que ainda é possível aos 17 anos. O papel dosi pais é dirigir para um norte, que é o que você acha que é o da sua família. Adolescentes exigem demais dos pais, mas eles não podem desistir. Este é um momento em que os filhos precisam muito dos pais. Algumas vezes você terá que impor mesmo. Outras vezes, usar recursos, como filmes, livros, notícias de jornal, para tentar dialogar com ele.


(04:10:59) Carla fala para Rosely Sayão: Tenho filhos gêmeos de três anos e dois meses (meninos). Eles imitam muito os personagens dos filmes. Minha preocupação é que um deles escolhe com freqüência o papel de Bela Adormecida para imitar e permite que o irmão complemente com o papel masculino (príncipe). Eu já disse a ele que ele é menino e deveria escolher papéis masculinos. Isso é preocupante?

(04:18:21) Rosely Sayão: Carla, nem um pouco. No mundo imaginário não existe este limite que nós temos no mundo real. No faz-de-conta vale tudo, pode ser homem, a mãe, bicho, médico etc. A identificação que ele deve fazer com o papel masculino ele faz na vida real, com figuras como a do pai, tio, avô. No mundo da fantasia, ele pode ser o que quiser, sem problema. Uma boa indicação de filme para você é "Minha Vida em Cor-de-Rosa", sobre um garoto que só quer saber de se vestir de menina. Acho que você vai se identificar bastante.


(04:11:11) Renato fala para Rosely Sayão: Ola Rosely... estou casado a 5 anos (ambos temos 34 anos) e esta semana q passou a minha mulher me revelou que é homossexual, mas que me ama e quer continuar junto comigo... temos 2 filhos, o que acha q devo fazer?

(04:21:35) Rosely Sayão: Renato, sua situação é complexa. Você precisa saber se isto tem a ver com o conhecimento dela a respeito de si mesma ou numa relação com outra pessoa. No último caso, o contrato de casamento de vocês precisa ser revisto, se ela já sabia disso e não disse... É preciso uma conversa franca, honesta, para ver se você também suporta esta situação.

Mantenha a calma. Vocês já viveram cinco anos juntos e não precisam resolver tudo rapidamente. É preciso estar emocionalmente fortes para enfrentar esta conversa e a decisão que vocês vão tomar. Sobre os filhos, hoje em dia, o mais importante é que os pais estejam bem do que estejam juntos. Além disso, nesta idade (imagino que tenham menos de 5 anos), a vida íntima dos pais não interessa a eles. Ainda não é o momento de se preocupar com isso.


(04:15:20) moreno pergunta para Rosely Sayão: moreno, 43 anos. Tenho um menino de 11 anos que está na 4ª série e no momento está fazendo teste (que antecedem as provas do 1º bimestre). em matemática ele não conseguiu nem começar a prova. Estou de férias e tenho cobrado muito dele nas aulas. Será que isso possa ter sido a causa?

(04:22:57) Rosely Sayão: moreno, temos um número crescente de crianças estressadas exatamente pela pressão no desempenho escolar. Se ele tem 11 anos, tenha calma. Esta é uma idade em que há muitos outros interesses. Dá para levar na boa sem cobrar tanto. Acho que quanto mais se cobra, mais tensa a criança fica e é mais difícil se concentrar. Cobra apenas a responsabilidade dele de ir para a escola e aprender. Deixa o resto com a escola, que é mais fácil para ele se relacionar com a cobrança dos professores do que com a dos pais.


(04:15:35) anne fala para Rosely Sayão: Olá Rosely e Lillian!! Sou fã de carteirinha de vocês!! Gostaria de saber a sua opinião sobre um programa do SBT - Super Nanny - que tem o intuito de mostrar aos pais (através de uma espécie de babá-consultora) sobre como educar melhor os filhos. É válido? É apenas mais uma forma de reality show já que a fórmula parece estar se esgotando? O que você acha? Obrigada

(04:25:50) Rosely Sayão: anne, a minha grande questão com este tipo de programa é que se parte do princípio de que os pais não sabem e precisam ser ensinados. Hoje temos pais confusos, que não assumem seu lugar de autoridade, que hesitam no momento de tomar decisões. Mas dizer para eles "faça isso ou aquilo" é tirá-los do lugar de adultos que são, subestimar a capacidade de tomarem suas decisões. E, afinal, cada família é ela mesma que sabe como se vive. Creio que provocar uma reflexão para os pais é melhor do que orientá-los no sentido do programa. Aparentemente, os resultados são sempre imediatos, mas não sei se a educação é para ter resultados são assim.


(04:18:27) leninha fala para Rosely Sayão: o q fazer quando o esposo perde a confiança

(04:28:41) Rosely Sayão: leninha, vou levantar duas possibilidades. A primeira é quando ele tem alguma questão da vida real que o faz ter esta dúvida. A segunda, quando não há nada na vida real, já que o ciúme pode ser algo que só a pessoa enxerga. Se for o segundo caso, o melhor é conversar com ele, dizer que não há motivos para a desconfiança. Uma terapia pode ajudá-lo. O ciúme em demasia pode atrapalhar não só a relação, mas também no trabalho etc. Mas se for o caso de ter acontecido algo que o fez ficar com a confiança abalada, será um trabalho duro do casal refazer a relação na base da confiança. É preciso que um confie no outro, respeite, admire. Sem isso, é inviável o relacionamento. Você precisa conversar com ele para ver se é possível fazer uma outra confiança surgir novamente. Ela precisa ser cultivada com muito empenho, investimento.


(04:18:56) Sacha fala para Rosely Sayão: Boa Tarde ! como uma mulher independente conquista um homem hoje em dia?

(04:30:58) Rosely Sayão: Sacha, outro dia vi num programa de entrevistas uma convidada dizer que hoje uma mulher conquista um homem na base da conversa. Eu gostei muito da resposta porque ela ignorou toda esta questão da aparência, da possibilidade de ter uma vida independente e colocou a questão no discurso de duas pessoas. Creio que há muitos impedimentos hoje, os homens estão um pouco acuados, e com razão acho, porque estamos agindo mais como supermulheres do que como mulheres independentes. Historicamente, o lugar que os dois ocupavam era bem diferente. Com tanta mudança, acho que não vai ser nessa geração que esta questão vai ter solução. Talvez nas próximas.


(04:21:35) Mary fala para Rosely Sayão: Oi Rosely, adorei seu blog, muito me ajuda. Bom...gostaria de saber o seguinte: minha filha de 09 anos iria ganhar um cd de páscoa mas no dia anterior ficou emburrada conosco sem necessidade...meu marido não deu o cd mas e eu achei errado e poderia ser outro castigo...ela ficou triste mas entendeu..tá certo a atitude dele?Grata.

(04:33:27) Rosely Sayão: Mary, não sou favorável a esta relação de castigo com a perda de algo que a criança gosta muito. E presente, menos ainda. Páscoa é uma celebração social, então o presente nem era por merecimento. As crianças de 9 anos hoje já tem um pouco de alteração de humor por motivos que a gente nem sabe o porquê. É preciso, nesta fase do final da infância e início da adolescência, muita tolerância com eles. Se emburrou, acho que merece que isso seja apontado, que os pais digam. Mas se o pai fez e ela aceitou, fica a questão para o casal discutir numa próxima vez. Castigo tem sempre que tirar alguma coisa? Será que ela não pode fazer uma coisa em vez de perder algo? Sou mais pela sanção. Na infância e na vida adulta a gente já perde tanta coisa...


(04:23:00) morcega fala para Rosely Sayão: minha filha (fruto do meu 1º relacionamento) está mto rebelde,não me obedece,xinga o padrasto,isso é uma fase ou pode continuar ao longo dos anos?(temos um bb deste relacionamento)

(04:23:05) morcega fala para Rosely Sayão: ela não ajuda em nada aqui em casa, devo impor?

(04:35:39) Rosely Sayão: morcega, deve. Papel de pai e mãe é este mesmo. Enquanto o filho não tem autonomia para viver por conta própria, é pelas imposições que aprende, para mais tarde os pais fazerem proposições em vez de imposições. Filhos não aprendem como tarefa ajudar os pais. Eles tem outros interesses. Você tem que separar algumas tarefas, começar com uma ou duas, e colocar mesmo. Quando não fizer, tem que arcar com as conseqüências disso. Agora, xingar o padrasto não pode. É preciso impor também este limite, senão ela não vai aprender a ser polida quando tiver que discutir com outra pessoa, vai sempre achar que funciona melhor pela a violência verbal. É importante impor a ética do respeito.


(04:24:02) Andarilho fala para Rosely Sayão: Rosely, boa tarde! Existe chance em um relacionamento onde os dois gostam de coisas totalmente opostas, ao ponto de um adorar sair (e sair, mesmo sem o parceiro), e o outro ficar em casa? Mesmo quando isto se aplica a diversos aspectos da vida em comum?

(04:37:29) Rosely Sayão: Andarilho, claro que há chances. Hoje em dia, a idéia que temos de um relacionamento é muito particular. Na verdade, um relacionamento se sustenta num projeto de vida em comum. Se nunca nenhum dos dois ceder, acho complicado. Mas não é o fato de ser diferentes que impede a relação de caminhar, mas o fato de um não respeitar a diferença do outro. Tem que ter um equilíbrio em que cada vez alguém ceda alguma coisa, senão vocês vão se encontrar muito pouco também. É fundamental aprender a conviver com a diferença nos dias de hoje. E nada melhor do que um relacionamento íntimo para isso. É possível sim.


(04:24:07) Luana fala para Rosely Sayão: O que eu faço para ficar para sempre com o homem que amo, ele é casado

(04:40:47) Rosely Sayão: Luana, não há resposta para sua questão. Não há nada que se possa fazer para ficar pra sempre com alguém. O que se pode é viver o relacionamento de maneira verdadeira e estar atenta ao outro para que esta companhia possa ser aproveitada. Creio que você nunca pensou que você mesma não querer mais, e isso pode acontecer. Você pode colocar para ele esta expectativa, deixar claro o que quer. Aí é você que tem que tomar a decisão se aceita a condição que ele oferecer.


(04:34:55) Cacau fala para Rosely Sayão: Meu casamento anda por um fio... meu marido perdeu o emprego e estamos numa crise financeira sem tamanho. Não consigo sentir vontade de namorar, só fico deprimida. O que eu poderia fazer para 'me ajudar'?

(04:43:11) Rosely Sayão: Cacau, boa pergunta. Gosto desta posição de trazer a responsabilidade para si. O que depende do outro, a gente não pode interferir muito além de falar, cobrar etc., mas pode interferir nas nossas. Creio que você deve pensar que crise financeira hoje muita gente vive. Alguns conseguem enfrentar, outros sucumbem. A primeira coisa a pensar é esta: vou deixar esta crise tomar conta da minha vida, ou ela será só uma parte dela? E se forçar a namorar. Inicialmente pode ser até um pouco superficial, mas aí a própria relação realimenta o afeto. Faça um esforço para sair de casa, namorar, ir ao cinema. A nossa tendência nas horas de crise é ficar em casa parado. É hora de reagir.


(04:35:25) Baixa estima fala para Rosely Sayão: tenho 17 anos e sérios problemas com a minha aparencia fisica - sou magro, estou lutando para engordar, mas ainda assim estou muito mal. Sinto-me inferior aos demais garotos da minha idade neste aspecto apenas. Acho que ninguem nunca se interessará por mim. Sou homossexual, por isso fiquei poucas vezes, o que é motivo pra piorar minha estima.

(04:45:56) Rosely Sayão: Baixa estima, aos 17 anos a juventude é cruel. Tem uma série de estereótipos e o físico, a aparência e a maneira de se vestir são dos mais fortes. Eles se incluem ou são excluídos tendo como base, muitas vezes, apenas estes fatores. Mas tenho certeza que você vai encontrar pessoas interessadas em outras questões e não apenas nestas. Entendo que você vive esta dificuldade. Mas olhe melhor que acho que você vai encontrar pessoas da sua idade que não fazem parte desta massa que está submetida totalmente a estes estereótipos. O olhar alcança a imagem, mas uma conversa supera isso. É preciso um esforço. Ter uma imagem tão ruim de si mesmo talvez dificulte sua aproximação. Mude o seu olhar: veja que outras coisas têm a oferecer que interesse outras pessoas. Um pouco de paciência, sua vida só está começando.


(04:36:48) helena pergunta para Rosely Sayão: Tenho 45 anos, uma filha de 16 anos bem amadurecida pela idade, é estudiosa, gosta de esportes e me questionou esses dias: Gostaria de experimentar a maconha, meu amigos dizem que é um barato, tenho imensa curiosidade? O que eu faço, devo proibir literalmente, ela mesma disse que se eu não deixar, ela vai pedir ao pai. Sou divorciada e o pai dela é estremamente liberal. O que eu faço?

(04:47:45) Rosely Sayão: helena, se você acha que não deve deixar, não deve deixar. Você não pode se sentir pressionada pela filha, você é que tem que pressionar. Se ela quiser experimentar, ela vai, mesmo sem pedir ao pai. O que a sua filha quer é te fazer cúmplice dela e você não pode fazer este papel. Se o pai é liberal, deixa a relação deles que eles resolvam. Mãe tem que ser mãe, não cúmplice, coleguinha, companheira de experiências. Você pode até errar, mas tem que fazer o que a sua convicção de mãe diz, sem se deixar influenciar pela chantagem da sua filha.


(04:41:25) Aylons fala para Rosely Sayão: Rosely... tenho um problema pessoal que interfere na minha vida familiar, amorosa e tenho medo que possa atrapalhar a profissional também. Nos contatos com meus amigos, namoradas, colegas, eu percebo que tenho dificuldades para ouvir o outro lado e que sou um pouco intransigente. Parece que armo a guarda quando alguém discorda de mim e já ouço o que querem dizer pensando em como "contra-atacar". Como eu poderia melhorar isso, ouvir melhor e receber melhor outras opiniões?

(04:50:31) Rosely Sayão: Aylons, o primeiro passo você já deu, que é fazer esta análise de si próprio. Isto é o mais difícil. Em geral, quando alguém é considerado intransigente, acha que não. Daí pra frente, é uma questão de aprender a conviver com o outro. Eu indicaria para você um filme chamado "A Vida no Paraíso", a história de um maestro conhecido internacionalmente que enfarta e resolve largar tudo para voltar a uma pequena aldeia que morava quando criança. É lá que ele aprende a se abrir para o outro e ajudá-lo a ouvir o próprio som.

Este é um exercício que você tem que começar a fazer. Você tem uma análise muito boa de si mesmo. Tente permitir a escuta, dialogar com o que o outro fala e não apenas com a discordância do outro. Você está num processo muito interessante de auto-análise. Só precisa procurar maneiras e quem faz um exercício como este, consegue encontrar maneiras de se aprimorar.


(04:41:49) Lucas fala para Rosely Sayão: Olá, Rolesy e Liliean! Sou fã de vcs. Gostaria de perguntar uma coisa: a vida é realmente difícil? Como me defender das contantes críticas, dos ditos "sábios" arrogantes q insistem em nos mudar ou moldar?

(04:53:42) Rosely Sayão: Lucas, eu precisaria saber a sua idade. A vida nem sempre é fácil mas também não é sempre difícil. Você tem uma série de responsabilidades, compromissos, não apenas com os outros mas consigo mesmo. Mas tem contrapartidas, ou seja, a gente faz tudo isso para ter uma vida boa, estar acompanhado de pessoas que nos dão afeto.

Tudo isso exige trabalho. Agora, todo mundo adora criticar. Percebo isso com clareza pelo fato do meu trabalho ser público. Às vezes as críticas vêm muito duras e sem foco, uma pessoa que não concorda com um linha de pensamento mas faz um ataque pesado. O que você pode fazer é tentar refletir o que das críticas tem a ver com você, e aí tentar incorporar um pouco, ou o que pode ser ignorado. Quando é uma crítica séria é bom ouvir porque é assim que a gente cresce e se aprimora. É dolorido. A primeira impressão é que a crítica nos anula. Mas nós somos sempre mais do que isso.


(04:53:56) Rosely Sayão: Muito obrigada a todos pelas perguntas e até terça-feira que vem!



ÍNDICE DE NOTÍCIAS  IMPRIMIR  ENVIE POR E-MAIL

09/09/2014

16h33- Consumidor: Anatel quer usar redes sociais para avaliar teles

16h12- Apple divulga relógio inteligente com tela Retina ultra-resistente

16h02- Sega divulga novo trailer do jogo Alien: Isolation

15h55- Apple finalmente revela o Apple Watch

15h26- Carteiras digitais entram na mira dos phisings

15h20- Conheça ApplePay, o novo serviço de pagamento do iPhone 6

15h19- Sunset Overdrive terá Season Pass custando 20 dólares

15h10- Setor de satélite divulga carta aberta ao governo e à sociedade

15h05- Relógio inteligente, Apple Watch é lançado com tela de Retina com safira

15h02- Apple finalmente apresenta seu relógio inteligente