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Mangueira volta à Avenida com um enredo polêmico

Pobre e de pele nada branca como ilustram os quadros nas salas das casas dos mais religiosos. Pegou nas mãos daqueles que não eram olhados, dos rejeitados e encheu-lhes de amor. Por ser e fazer tanto, foi torturado, padeceu e morreu. Seu nome é, Jesus da gente. Com o enredo "A verdade dos fará livre", a Mangueira conta uma história que todos sabem: a de Jesus Cristo. Mas, o filho de Deus da verde e rosa tem uma estética diferente. Jesus é preto, é pobre, é favelado, é mulher, é LGBT, é do povo. O salvado é colocado nos dias atuais pelo carnavalesco Leandro Vieira, grande campeão do Carnaval de 2019 a frente da verde e rosa. Com mais um enredo politizado e que dessa vez cutuca a representação do cristianismo, o carnavalesco vai propor uma reflexão sobre a distorção sofridas pelas liturgias com o passar dos anos. O Jesus verde e rosa sobe o morro da mangueira e sente, na pele, a realidade dos oprimidos. Cristo morreria novamente aos 33 anos, dessa vez, vítima de bala perdida. Veria com os próprios olhos o descaso do governo, assim como teria seu nome sendo dito por bocas que não promovem sua palavra com afinco.

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