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    • Saúde [11180]; Fertilidade [16588]; Fertilização In Vitro [61388]; Reprodução humana [54276];
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Cerca de 2 milhões de casais têm algum tipo de problema de infertilidade no Brasil, segundo pesquisas. Várias podem ser as causas, como problemas de ovulação, doenças como endometriose, ausência ou diminuição de espermatozoides na ejaculação e alterações genéticas, entre outras. Para muitos casais, a reprodução assistida é a única esperança para realizar o sonho da gravidez. Veja, a seguir, cada fase do tratamento de fertilização in vitro Arte UOL (Leandro Moraes-UOL/Grupo Huntington Reprodução Assistida/Thinkstock) Mais
O primeiro passo é a consulta com o especialista em reprodução humana. Na imagem, a médica Karla Zacharias, coordenadora de unidade da clínica Huntington, em São Paulo, conversa com uma paciente Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Tanto o homem como a mulher devem passar por exames para avaliar a função reprodutiva e detectar possíveis alterações. Na imagem, paciente é submetida à ultrassonografia pélvica transvaginal, que checa a anatomia do ovário e do útero. Em alguns casos, são necessários exames mais específicos, como quando a paciente tem suspeita de endometriose ou problemas na tuba uterina. O ultrassom também é utilizado para confirmar as fases do ciclo da mulher, quando começa o tratamento de fertilização assistida Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Após o diagnóstico, os pacientes recebem orientações sobre eventuais tratamentos necessários antes da tentativa de fertilização. Na imagem, a médica explica à paciente o que é endometriose. Em geral, os casais também são orientados sobre hábitos que prejudicam a fertilidade. Após essa fase, indica-se o tipo de tratamento mais indicado para o casal - inseminação artificial ou FIV (fertilização in vitro), que pode ser associada, ou não, a outras técnicas Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Definida a data para início do tratamento, a mulher é submetida à estimulação ovariana, feita com injeções tomadas diariamente, durante um período de 10 a 12 dias. O objetivo é fazer a mulher produzir vários óvulos, em vez de apenas um. Na data marcada pelo especialista, a paciente vai à clínica para a aspiração dos mesmos, por meio de um procedimento cirúrgico simples Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Assim que são aspirados, os óvulos vão para o laboratório e são analisados no microscópio Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Enquanto o homem pode ter a qualidade dos seus espermatozoides analisada pelo espermograma, um exame simples, é só durante o tratamento de fertilização que os óvulos da mulher podem ser avaliados Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Um dos grandes vilões da infertilidade é o chamado fator ovulatório. A mulher nasce com um número fixo de células que se transformam em óvulos ao longo dos ciclos. Com o passar da idade, as células restantes têm uma probabilidade cada vez menor de gerar uma gravidez bem-sucedida Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Na imagem, uma sala de coleta se sêmen Além de realizada na fase inicial, para que o espermograma ajude no diagnóstico e na escolha do tratamento, a coleta é feita no dia marcado para a fertilização (a não ser que a mulher opte por utilizar sêmen congelado) Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
No laboratório, o sêmen coletado por masturbação passa por uma análise que avalia a quantidade e qualidade dos espermatozoides (forma, capacidade de se mover etc) Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Pelo microscópio, é possível observar a quantidade de espermatozoides no sêmen (no detalhe) e como eles se movimentam Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Na imagem, a bióloga faz a análise do sêmen; quando a contagem de espermatozoides é muito baixa ou inexistente, pode ser recomendada a associação de uma técnica chamada ICSI (injeção intracitoplasmática de espermatozoide), que permite que um único espermatozoide seja injetado diretamente no óvulo Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
O material coletado também passa por um processamente seminal, para permitir que se extraia a melhor concentração da amostra Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
O material é processado na centrífuga; a preferência é sempre utilizar os espermatozoides o quanto antes, para aumentar a taxa de sucesso da fertilização Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Depois que os óvulos são retirados e selecionados, a fertilização propriamente dita é executada. Em alguns casos, os espermatozoides e óvulos são colocados juntos, para que a fecundação ocorra naturalmente, procedimento chamado de FIV clássico. Em outros, como na imagem, o espermatozoide é injetado diretamente no óvulo Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
A imagem mostra a injeção do espermatozoide no óvulo, feita com ajuda do microscópio Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
A imagem, ampliada na tela do computador, mostra o espermatozoide sendo injetado no óvulo Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Após a fecundação, os embriões em estágio inicial são colocados em um meio de cultura onde são mantidos até o momento da transferência ou congelamento Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
O líquido colorido, mostrado na imagem, é o meio de cultura Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Antigamente, o embrião era transferido ao corpo da mulher no terceiro dia após a fecundação. Hoje em dia, com formas de cultivo mais evoluídas, a transferência pode ocorrer no quinto dia, quando o embrião já está em estágio de blastocisto e as chances de sucesso na implantação são maiores Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Imagem de microscópio mostra um embrião em estágio de blastocisto Divulgação/Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Embriologista guarda o embrião em uma incubadora. Em geral, a transferência para o corpo da mulher é feito no quinto dia após a fecundação Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
O número de embriões a serem transferidos irá depender da idade da paciente; se o processo resultar em um número maior que o necessário, os embriões restantes podem ser congelados para uso futuro Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
O material congelado é armazenado em um tanque de nitrogênio. Além de embriões, óvulos e sêmen também podem ser congelados para uso futuro ou para doação Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Hoje é comum que mulheres congelem seus óvulos para poder adiar a maternidade com mais segurança, ou antes de serem submetidas a tratamentos como a quimioterapia, que podem afetar a fertilidade Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Os tanques de nitrogênio são mantidos a uma temperatura de aproximadamente -196º C Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Os tanques de nitrogênio ficam em uma sala especial nas clínicas. Os casais que optam por guardar embriões, óvulos ou sêmen para uso futuro pagam uma taxa anual de manutenção Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
No dia marcado (em geral cinco dias após a fecundação), os embriões são transferidos para o útero da paciente. O processo é feito com cateter de transferência embrionária Leandro Moraes/UOL - Agradecimento: Grupo Huntington Medicina Reprodutiva Mais
Se o embrião aderir à parede uterina, a gravidez será confirmada em alguns dias e seu desenvolvimento será monitorado pelo exame de ultrassom. As chances de tudo dar certo dependem de cada paciente, das causas de infertilidade e da qualidade dos óvulos Thinkstock Mais
A executiva Taciana Beatriz Couto com os filhos gêmeos, João Pedro e Maria Alice, que hoje têm um ano e um mês. Ela e o marido recorreram à fertilização in vitro porque ela sofre de endometriose e ele passou por uma vasectomia. "A ansiedade é a parte mais difícil do tratamento", conta Leandro Moraes/UOL Mais

Veja, passo a passo, como é um tratamento de fertilização in vitro

Veja mais: Apesar dos avanços da medicina, idade ainda é o vilão da infertilidade , Para mulher que passou por FIV, lidar com ansiedade é o mais difícil

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