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    • Mariana [27397]; MG [5097];
    • Desastre ambiental [23271];
Fotos

'TENHO MEDO DO QUE PODE TER ACONTECIDO' - Cleonice Maria Lucas, 35, buscava informações sobre o ex-marido, Vando Maurílio dos Santos. O motorista de 37 anos trabalhava na região das barragens da mineradora Samarco como motorista de uma terceirizada. O casal tem dois filhos, de 17 e de 19 anos Carlos Eduardo Cherem/UOL Mais

ANIMAIS SÃO RESGATADOS DA LAMA - No dia seguinte à tragédia, bombeiros resgataram um potro que ficou preso na lama após a barragem da mineradora Samarco se romper na tarde de quinta-feira (5). "Os bombeiros trabalham com vida, qualquer forma de vida", lembrou o subtenente Selmo de Andradre Christophe Simon/ AFP Mais

'CADÊ MEU FILHO?' - Gelvana Aparecida Rodrigues, 28, procurava pelo filho de 7 anos desaparecido após o rompimento da barragem da mineradora Samarco, em Mariana (MG). O menino passava a tarde na casa da avó, que morava em Bento Rodrigues. No dia 11, o corpo de Tiago foi identificado entre os mortos da tragédia Carlos Eduardo Cherem/UOL Mais

'SE FOSSE À NOITE, MORRIA TODO MUNDO' A dona de casa Rosa Helena da Silva, 42, não pretende voltar para Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana (MG). "A sorte nossa é que foi de dia. E se não fosse esse motorista do caminhão, a gente não tinha dado conta de sair de lá a tempo", afirmou chorando Rayder Bragon Mais

'NÃO DERAM UM ALARME PARA AVISAR A GENTE' - Alexleila Agda Pinto Santos, 28, vítima do rompimento de barragem em Minas Gerais, afirma que todos estão revoltados com a mineradora Samarco. "Não deram um alarme para avisar a gente sobre a barragem. Se não fosse a comunidade, que é muito unida, a gente não tinha conseguido sair com vida" Rayder Bragon Mais

ABRAÇOS GRÁTIS - A estudante Ana Luíza está levando alegria para as vítimas do rompimento de barragem em Minas Gerais. Estudantes universitários começaram no sábado (7) a percorrer hotéis e pousadas de Mariana com intuito de entreter crianças e adultos desabrigados Rayder Bragon Mais

MAIS UM SOBREVIVENTE - Moradores carregam cachorro ferido resgatado da lama em Bento Rodrigues, distrito de Mariana (MG) após o rompimento de barragem em Bento Rodrigues, na zona rural de Mariana (MG) Felipe Dana/AP Mais

IDOSA QUE TENTOU SALVAR ANIMAIS FOI ARRASTADA - Quanto mais o tempo passa, mais as esperanças do operário Marcelo Felício de encontrar a mãe diminuem. A idosa tentava salvar os animais em casa quando foi arrastada pela lama. O filho trabalhava em uma das barragens da mineradora Samarco quando a tragédia aconteceu Reprodução/AFP TV Mais

MÃE E FILHA SE VOLUNTARIAM PARA SOCORRO EM MARIANA - Socorristas do Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) de Belo Horizonte, mãe e filha estão trabalhando como voluntárias no socorro a vítimas do desastre. As socorristas Yara Estanislau, 47, e sua filha, Mayara Estanislau, 28, deixaram suas casas em Belo Horizonte para ajudar em Mariana Carlos Eduardo Cherem/UOL Mais

'VAMOS TRABALHAR PARA QUE AS PESSOAS SEJAM INDENIZADAS' - O prefeito de Mariana (MG), Duarte Júnior (PPS), defendeu que a empresa Samarco seja cobrada pelo rompimento de barragem, que destruiu o subdistrito de Bento Rodrigues, mas rechaçou que a empresa seja fechada. Se isso ocorrer, o prefeito disse que vai precisar "fechar" Mariana. "Há a preocupação em indenizar quem perdeu tudo. Eu, como prefeito, não comungo com essa ideia porque a Samarco mineração gera mais de 400 empregos no meu município. Mais de 80% da nossa arrecadação advém da mineração. Se alguém começar a defender isso, estará me dizendo que vou ter de fechar Mariana", explicou Divulgação/Facebook Mais

BUZINA DA MOTO SERVIU DE SIRENE - A auxiliar de serviços gerais Paula Geralda Alves, 36, ajudou com sua moto a fazer o resgate de vítimas do rompimento de barragem em Mariana (MG). "Eu saí correndo igual a uma doida, pulei a escada, montei na minha moto e saí gritando: 'A barragem rompeu'. Ainda buzinei igual a uma louca", conta Rayder Bragon/UOL Mais

DE SP PARA A LAMA - A universitária Ana Carolina Carvalho, 25, soube do rompimento de barragem em Mariana (MG) ainda na noite de quinta (5). Na manhã seguinte, viajou mais de 200 km para chegar ao ginásio da cidade, para onde foram levados inicialmente os desabrigados pela onda de lama. Ela se juntou a outros voluntários que chegam de diferentes locais do Brasil para ajudar a recuperar as cidades Moacyr Lopes Junior/Folhapress Mais

CADELA SOBREVIVE À INUNDAÇÃO DE LAMA - Quatro dias após o rompimento de barragem da mineradora Samarco em Mariana (MG), os bombeiros resgataram com vida uma cadela de dentro da lama em Paracatu de Baixo Douglas Magno/AFP Mais

DIRETORA DE ESCOLA SALVOU 58 CRIANÇAS - Eliene Almeida, diretora de escola municipal em Bento Rodrigues, subdistrito de Mariana (MG) arrasado pela lama das barragens da empresa Samarco, segura uma criança dentro de hotel transformado em abrigo para os desabrigados. Quando a lama começou a invadir a unidade ela reuniu 58 crianças, na maioria com idades entre 11 e 16 anos Ricardo Moraes/Reuters Mais

VOLUNTÁRIO AJUDA COM TRANSPORTE DE MANTIMENTOS - "Eu ia para Tiradentes, a passeio, e conheci um pessoal no caminho que encheu meu jipe com galões de água. Acabei ficando", conta o jornalista Ziggy Quinete, 43, de São Paulo. Ele leva e traz grupos com mantimentos e auxilia o grupo de voluntários formado para colaborar com a recuperação de Mariana (MG) Moacyr Lopes Junior/Folhapress Mais

'QUERO MEU FILHO, VIVO OU MORTO' - Ao ver o nome de seu filho na lista oficial de desaparecidos na tragédia de Mariana (MG), Maria Nilza Vieira Albino, 57, se desesperou. Ela é mãe de Samuel Vieira Albino, 33, empregado da Geotécnica. "Não quero o corpo do meu menino enterrado na lama. Quero saber onde ele está", disse Carlos Eduardo Cherem/UOL Mais

DE SP PARA A LAMA - Com lama por todo o corpo, dormindo em abrigos improvisados e "comendo quando dá tempo", universitários, professores, lavradores e bombeiros civis formam um exército de voluntários que, de jipe, percorrem os locais afetados pelo rompimento de barragem em Mariana (MG), levando comida, água e medicamentos Moacyr Lopes Junior/Folhapress Mais

DE SP PARA A LAMA - Socorristas e voluntários levam doações a moradores afetados pelo desastre em Mariana (MG). Para facilitar o trabalho, um "pesque e pague" à beira da rodovia no distrito de Vila Carmo foi transformado em quartel-general para os voluntários Moacyr Lopes Junior/Folhapress Mais

CARRO NO TETO - Manoel Jonathan Fialho não perdeu parentes na tragédia, mas já não tem mais esperanças de recuperar o veículo, que permitia, até então, seu acesso a Belo Horizonte (MG) para a realização de sessões de quimioterapia. Após a tragédia, o topógrafo, atualmente afastado do trabalho por conta do tratamento, teve que recorrer à Prefeitura de Mariana (MG) para conseguir uma maneira de comparecer às próximas sessões de tratamento Reprodução Mais

PRONTOS PARA FUGIR - A moradora Iria Cesaria Martins, do distrito de Antonio Pereira, diz que está com tudo pronto para fugir se a barragem estourar; moradores estão preocupados com a proximidade de duas barragens de mineração, uma da Vale e outra da Samarco (Germano) Danilo Verpa/Folhapress Mais

PRONTOS PARA FUGIR - "A gente fica revezando. Quando uma de nós está dormindo, a outra fica acordada, e assim por diante", conta Vanessa Ribeiro, 33, que mora com a mãe, a irmã, Jussara (ao fundo), duas filhas e duas sobrinhas; moradores estão preocupados com a proximidade de duas barragens de mineração, uma da Vale e outra da Samarco (Germano) Danilo Verpa/Folhapress Mais

UM ANIVERSÁRIO TRISTE - Com ferimentos no rosto e pelo corpo, a dona de casa Priscila Monteiro Isabel teve uma gravidez de três meses interrompida após a tragédia em Mariana (MG). Ela só conseguiu se segurar nos filhos enquanto sua casa caía e ela tentava puxar as crianças para fora. Um vizinho a ajudou, mas sua sobrinha Emanuele se perdeu e acabou entre os mortos no desastre. Era o dia em que Priscila completava 28 anos. Seu marido e filho se salvaram Reprodução/Band Mais

O RIO MORREU PARA NÓS - Cerca de 350 índios de tribo krenak, que vivem à beira de rio Doce -- contaminado pela lama escoada de barragem rompida em Mariana (MG)-- veem ameaçada sua forma de subsistência BBC Mais

15.nov.2015 - ÍNDIOS TEMEM MORTE DE RIO - Índia da etnia Krenak vive no município de Resplendor (MG), impactado pelo rompimento da barragem em Mariana (MG), que matou peixes e animais do Rio Doce. Moradores do municipio lamentam a inatividade do rio e temem pelo abastecimento de água Fabio Braga/Folhapress Mais

15.nov.2015 - ÍNDIOS TEMEM MORTE DE RIO - Índio da etnia Krenak vive no município de Resplendor (MG), impactado pelo rompimento da barragem em Mariana (MG), que matou peixes e animais do Rio Doce. Ele é um dos moradores do municipio que lamenta a inatividade do rio e teme pelo abastecimento de água Fabio Braga/Folhapress Mais

FIM DE TRADIÇÃO INDÍGENA - Tatiana Krenak, 34, chegou a levar o filho em protesto contra a Vale após a tragédia no rio Doce, de que depende sua tribo krenak. "O rio já sabia que ia ser morto. Quando a sujeira veio, ele foi subindo chorando, fazendo barulho. E minha mãe chorando junto. Até hoje ela ainda não foi ver o rio", conta sobre sua mãe, a cacica Laurita Maria Félix Krenak, 80 Marcela Sevilla/UOL Mais

FIM DO SUSTENTO NA PESCA - Às margens do rio Doce, agricultores temem que rejeitos de mineração que estão nas águas possam contaminar solo. "Eles não mataram só os peixes. A esperança de muitas famílias morreu naquele momento junto com esse rio. Se continuar do jeito que está, eles vão matar muitas famílias de fome", diz Ivani Miranda de Faria, 49, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e vereadora de Tumiritinga Marcela Sevilla/UOL Mais

SEM FUTURO - O agricultor José Pavuna Neto, 51, não esconde o orgulho que sente do seu pedaço de terra. Assentado da reforma agrária há 22 anos, ele é dono de um dos 33 lotes de 2,7 hectares do assentamento Cachoeirinha, na zona rural de Tumiritinga (MG), município às margens do rio Doce. "Nós pegamos isso aqui um deserto e transformamos no que é hoje. Tudo graças a esse rio. Agora mataram o que dava vida ao nosso vale. A nossa preocupação hoje, o que emociona e faz a gente chorar, é saber qual é o nosso futuro. O que a gente vai ter amanhã?" Marcela Sevilla/UOL Mais

MEDO DE SAIR E DE FICAR - Em MG, vizinhos de barragem em risco resistem a deixar suas casas. Edilson da Silva e a mulher têm medo de abandonar o vilarejo e perder o emprego Michelle Borges/Folhapress Mais

SEM ÁGUA E NA LAMA - O pescador José Antonio Siqueira, 43, vai todos os dias a Regência (ES) para buscar água potável. Comunidades ribeirinhas de Entre Rios, que moram em regiões alagadas que se formam no rio Doce, estão sem água desde a chegada da lama Fábio Braga/Folhapress Mais

OS OLHOS CHEIOS D'ÁGUA - O pescador Benilde Madeira diz que precisa 'abandonar minha casa, meu canto e procurar outro rio para poder trabalhar'. Sua foto com uma lágrima ao ver o estado do rio Doce viralizou nas redes sociais Instituto Últimos Refúgios Mais

3.dez.2015 - Roseli Gomes, que está com marido desaparecido após o rompimento da barragem em Mariana (MG), e o filho, Pedro Emanuel, 5 Alexandre Rezende/Folhapress Mais

Histórias da tragédia ambiental de MG e ES

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