Dança

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    • Estresse [11796]; Dança [61534]; Internacional - Notícias [35978];
Fotos

O sargento Kim Joo-hyeok, 23, é um dos participantes das aulas de balé no Exército. Segundo ele, "há muita tensão" na fronteira entre as Coreias do Norte e do Sul. "Vivemos na unidade da linha de frente, o que faz eu me sentir inseguro às vezes", disse à Reuters. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

"Através do balé, eu sou capaz de manter a calma e encontrar equilíbrio, bem como construir amizades com os meus companheiros", disse Kim, que está em seu segundo ano de aulas. Ele não pretende parar de dançar depois que deixar o Exército. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

A 25ª divisão do Exército atua em uma base que separa as duas Coreias. O serviço militar é obrigatório por dois anos na Coreia do Sul. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

As aulas na base de Paju, na Coreia do Sul, acontecem uma vez por semana. A maioria dos soldados jamais havia sonhado em usar sapatilhas de balé. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

Quem dá aulas para os soldados é uma dançarina do Balé Nacional da Coreia do Sul. O programa dado no quartel incluiu até uma apresentação de "O Lago dos Cisnes", de Tchaikovsky. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

"Estar no Exército pode ser difícil, eu não tinha certeza de que tipo de ajuda poderia dar aqui", disse a bailarina e professora sul-coreana Lee Hyang-jo. Ela dá aulas para soldados da Coreia do Sul como forma de aliviar a tensão de guardar a fronteira com a Coreia do Norte Kim Hong-Ji/Reuters Mais

Uma vez por semana, um grupo de 15 soldados de Paju, na Coreia do Sul, troca os coturnos pelas sapatilhas de balé. O objetivo das aulas é aliviar o estresse de guardar uma das fronteiras mais tensas do mundo: a que divide as Coreias do Norte e do Sul. Os dois países se encontram em guerra declarada desde 1950. Kim Hong-Ji/Reuters Mais

Ainda segundo a professora, os soldados sul-coreanos aprendem pouco de dança, mas se divertem muito. "Eles riem mais e aproveitam as aulas, o que me fez ver que vir aqui vale a pena", disse Lee Hyang-jo. O balé é uma forma de aliviar a tensão dos dias fazendo guarda na fronteira entre as duas Coreias Kim Hong-Ji/Reuters Mais

Para os colegas que preferem jogar futebol a dançar, o tenente-coronel Heo Tae-sol manda um recado: "Balé requer uma grande quantidade de força física e é muito bom para o fortalecimento muscular, aumento da flexibilidade e correção da postura". Os soldados sul-coreanos recebem aulas de balé para aliviar o estresse de guardar a fronteira com a Coreia do Norte Kim Hong-Ji/Reuters Mais

Contra a tensão da guerra, soldados sul-coreanos trocam botas por sapatilhas de balé

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