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Fotos

CRATERAS NO PLANETA VERMELHO - Três crateras despontam em Terra Sirenum, uma das regiões mais antigas de Marte, no planalto sul do "planeta vermelho", em imagem feita pela Agência Espacial Europeia (ESA) com uma câmera de alta de resolução. Estima-se que as crateras tenham sido causadas pelo "triplo impacto" de um meteoro que se partiu em três pedaços após entrar na atmosfera do planeta. A outra possibilidade aventada pelos cientistas é de que um asteroide triplo possa ter se chocado contra a superfície do planalto, formando as crateras ESA/DLR/FU Berlin Mais

O NASCIMENTO DE UM GRUPO DE ESTRELAS - Uma explosão estelar é captada em imagem feita pelo observatório ALMA (Atacama Large Millimeter Array), o maior complexo astronômico do mundo. Tais explosões normalmente são associadas às supernovas, como são chamados os eventos astronômicos ocorridos nos estágios finais da evolução de algumas estrelas --as "mortes" estelares. Neste caso específico, porém, a explosão ocorreu durante o outro extremo do ciclo de vida dos astros luminosos. A imagem, divulgada pela ESO (Observatório Europeu do Sul), mostra os detritos similares a fogos de artifício surgidos no momento do nascimento de um grupo de estrelas maciças ESO Mais

ATMOSFERA É DETECTADA EM EXOPLANETA DE PORTE TERRESTRE - Um exoplaneta, batizado de GJ 1132, um pouco maior que a Terra e situado a 39 anos-luz de nosso planeta, na constelação de Vela, teve sua atmosfera detectada por um grupo de astrônomos da Universidade Keele, no Reino Unido. Trata-se do menor exoplaneta a ter sua atmosfera --que pode ser rica em vapor d?água-- detectada. Para os pesquisadores, o exoplaneta é quente demais para abrigar vida, já que a sua temperatura de equilíbrio é de cerca de 350 graus Celsius Arte Dana Berry Mais

GALÁXIAS VIZINHAS: NGC 4302 (à esq.) e NGC 4298, localizadas a 55 milhões de anos luz da Terra, foram fotografadas pelo telescópio Hubble entre 2 e 22 de janeiro. Na NGC 4298, é possível ver espirais e caminhos azuis onde se formam as estrelas jovens. Na NGC 4302, as partes marrons correspondem a pó estelar e as partes azuis é onde as estrelas se formam. NASA, ESA, and M. Mutchler (STScI) Mais

FÓSSIL MULTICELULAR MAIS VELHO JÁ ENCONTRADO - Imagem divulgada pelo Museu de História Natural da Suécia mostra o raio-x de um fóssil de bolha laval, com 0,8 mm de diâmetro e datado de 2,4 bilhões de anos, contendo fungos. Ocorrida acidentalmente na África do Sul, a descoberta --caso realmente haja a confirmação de que se trate de fungos-- pode ter revelado o fóssil multicelular mais antigo já encontrado por cientistas AFP/Swedish Museum of Natural History/Stefan Bengston Mais

TIJOLO MARCIANO - Enquanto avançam os planos sobre a ida de astronautas para Marte, já há cientistas fazendo os primeiros tijolos que poderão ser usados na colonização do Planeta Vermelho. Claro, estão simulando na Terra o que será feito em Marte. Pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstraram a fabricação de um tijolo com um simulador de solo marciano. O tijolo é feito apenas com compactação, não precisando ser cozido University of California/AFP Mais

COGUMELO BIOLUMINESCENTE: a luz emitida pelo cogumelo é a verde, as outras são concepções artísticas usadas pelos cientistas para mostrar sua descoberta de que o fungo pode usar substratos diferentes para mudar a intensidade e a cor. Na foto, o Neonothopanus gardneri, cogumelo fluorescente nativo do Brasil. A descoberta, divulgada em estudo na revista Science Advances, pode abrir caminho a novas possibilidades para aproveitar a bioluminescência fúngica em tecnologias analíticas e de imagem. Cassius V. Stevani/IQ-USP Mais

GALÁXIA NÍTIDA - A Pequena Nuvem de Magalhães é uma galáxia que pode ser vista a olho nu no céu do Hemisfério Norte, mas nuvens de poeira interestelar a obscurecem. Com a capacidade de fotografar em infravermelho, o telescópio VISTA permite observar milhões de estrelas dessa galáxia vizinha com muito mais nitidez do que conseguido até hoje. Essa é a maior imagem infravermelha já obtida da Pequena Nuvem de Magalhães. VISTA Mais

Veja imagens de ciência do mês (abril/2017)

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