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Barack Obama enfrenta o fantasma da Al-Qaeda

Jean-Pierre Filiu*

  • Doug Mills/The New York Times

    O presidente dos EUA, Barack Obama, durante coletiva de imprensa no último dia 27 na Casa <br>Branca, sede do governo dos Estados Unidos

    O presidente dos EUA, Barack Obama, durante coletiva de imprensa no último dia 27 na Casa <br>Branca, sede do governo dos Estados Unidos

Há pouco mais de um ano, o presidente americano fazia no Cairo seu histórico discurso de reconciliação com o Islã. Em nome de valores compartilhados entre os Estados Unidos e o mundo árabe muçulmano, ele exortava uma mobilização geral contra a Al-Qaeda e suas doutrinas mortíferas. Dessa forma, ele fazia uma contraposição aos lamentáveis erros de seu antecessor, com uma nova visão de um islamismo que pertence à fé americana tanto quanto o cristianismo ou o judaísmo. Ele fazia o oposto da “guerra mundial contra o terror” ao visar com determinação a diminuta minoria dos partidários de Bin Laden, inimigos de todas as nações, e não somente dos ocidentais.

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