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"Panama papers" ligam fundos de estatal a aliados de presidente argelino

Joan Tilouine

A recepção com grande pompa, no dia 17 de março, a Chakib Khelil, ministro da Energia argelino entre 1999 e 2010, foragido durante três anos e suspeito de corrupção, foi interpretada na Argélia como uma provocação, prova da impunidade desfrutada pelos aliados do chefe do Estado. E também uma forma de enterrar o caso Sonatrach, a companhia petroleira nacional, que tem sido notícia desde 2010. 

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