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Em contraste ao resto da Coreia do Norte, Pyongyang demonstra riqueza

Philippe Mesmer

  • Ed Jones/ AFP

    Passageiros deixam estação de metrô em Pyongyang, Coreia do Norte

    Passageiros deixam estação de metrô em Pyongyang, Coreia do Norte

A mensagem foi clara. O ministro das Relações Exteriores sul-coreano, Yun Byung-se, afirmou na sexta-feira (23), na tribuna da ONU, que seu país não ajudaria a Coreia do Norte com as vítimas das enchentes que devastaram a pobre província de Hamgyong do Norte (nordeste) no começo do mês. O balanço dessa catástrofe foram 538 mortos e dezenas de milhares de casas destruídas. "Pyongyang teria gasto US$200 milhões (cerca de R$648 milhões) este ano com testes nucleares e tiros de mísseis", afirmou Yun, em um exemplo da linha dura adotada por Seul em relação ao Norte. "Essa soma teria sido suficiente para ajudar as zonas afetadas."

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