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Na periferia francesa, eleitores insatisfeitos podem deixar de votar em turno decisivo

Lilia Blaise e Alissa J. Rubin

Em Stains (França)

  • Dmitry Kostyukov/The New York Times

Para os eleitores da periferia mais pobre de Paris, composta em grande parte por imigrantes, a motivação para votar no segundo turno presidencial da França parece clara: derrotar Marine Le Pen, a líder de extrema-direita da Frente Nacional, cuja campanha se baseia em propostas contra imigrantes e muçulmanos.

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