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Religião e vingança motivaram o mais mortífero ataque terrorista do Egito

Nour Youssef

No Cairo (Egito)

  • MOHAMED EL-SHAHED/AFP

    Egípcios seguram velas em uma vigília no centro do Cairo, em memória das vítimas de uma bomba que deixou mais de 300 mortos em uma mesquita do país

    Egípcios seguram velas em uma vigília no centro do Cairo, em memória das vítimas de uma bomba que deixou mais de 300 mortos em uma mesquita do país

No início de novembro, um pequeno grupo de anciões de uma cidadezinha do norte da península do Sinai entregaram três pessoas acusadas de serem militantes do Estado Islâmico às forças de segurança egípcias. Não era a primeira vez, uma vez que eles já haviam entregue pelo menos sete outras pessoas acusadas de serem militantes, em meses anteriores.

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