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Prometendo evitar tiroteios, empresas monitoram posts de estudantes nas redes sociais

Aaron Leibowitz

  • Hilary Swift/The New York Times

    Polly Managan trabalha em sua mesa na Social Sentinel, em Burlington (EUA)

    Polly Managan trabalha em sua mesa na Social Sentinel, em Burlington (EUA)

Poucas horas depois do tiroteio em uma escola de Parkland, na Flórida, empresas que vendem seus serviços para escolas começaram a se manifestar. “Sr. governador, pode se orgulhar do fato de que uma empresa de Vermont está ajudando as escolas a identificarem violência antes que ela aconteça”, escreveu uma empresa no Twitter, dirigindo-se ao governador de Vermont, Phil Scott.

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